Por outro lado, o Comité Científico do Projecto Mulher e Coração apresentou ao Congresso SEC24 de Saúde Cardiovascular mais de 20 relatórios derivados de diversas análises do registo RECALCAR, realizadas com o apoio técnico e metodológico da Fundação IMAS. Uma destas análises demonstra precisamente estas diferenças de tratamento entre homens e mulheres. Assim, a angioplastia primária, tratamento fundamental para o infarto agudo do miocárdio, é realizada por apenas 55,4% das mulheres contra 68,8% dos homens. “Isso tem implicações importantes para a mortalidade cardiovascular e o prognóstico”, diz o Dr. José Maria Gámez.