Poucas coisas inspiram tanta unanimidade como uma boa sobremesa. E se falamos dos mais famosos do continente, então a Islândia joga num campeonato diferente. A história culinária do país, marcada pelo clima, pelo isolamento e pela utilização dos recursos disponíveis, explica porque as sobremesas islandesas se baseiam em receitas simples e sabores reconhecíveis. Combinando laticínios, massa base e um toque de cardamomo, esses cinco clássicos abrem as portas para um universo onde a doçura é moderada, mas constante.
Neste passeio pela pastelaria islandesa aparecem nomes que todos os viajantes já ouviram ou provaram: skyr, kleinur ou vinarterta, doces que sobreviveram ao tempo sem perder o carácter caseiro. A Islândia pode ser dividida pelas suas paisagens ou estações extremas, mas há uma coisa que a une: uma abordagem prática para compreender o doce prazer.
1. Kleinur
Um dos doces mais populares do país. São donuts fritos, ligeiramente crocantes por fora e macios por dentro, aromatizados com cardamomo. São consumidos durante todo o ano e são comuns nos cafés e em casa.
2. Skyr com açúcar ou fruta
Embora o skyr seja um laticínio, seu consumo como sobremesa é muito comum. É servido com açúcar, fruta ou compota e faz parte do quotidiano de muitas famílias. É um dos produtos mais representativos da cozinha islandesa.
3. Vinarterta
Bolo em camadas recheado com pasta de ameixa. É um doce tradicional que chegou ao país pela imigração e continua fazendo parte do clássico livro de receitas, principalmente nas reuniões familiares.
4. Pyeongnukokur
Panquecas islandesas muito finas, semelhantes às francesas, mas mais macias. Eles são recheados com açúcar ou geléia e enrolados. São comuns como simples sobremesa ou lanche.
5. Ryomapudingur
Pudim feito de creme, leite e gelatina, servido com calda de frutas. É uma sobremesa suave e pouco doce, muito associada às refeições em família e às ocasiões especiais.