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Acabei de ver os resultados do ano no noticiário La 1 da RTVE. Presumi que seria um tanto tendencioso, mas não conseguia imaginar até que ponto. Informações tendenciosas, notícias cuidadosamente selecionadas, frases de líderes tiradas do contexto à direita para atacá-los, ou à esquerda para beneficiá-los, fazem deste resumo uma manipulação clara e escandalosa. Alguns minutos de conversa sobre Gaza (ninguém duvida que o que aconteceu lá foi uma atrocidade), mas nenhuma palavra sobre o ataque do Hamas; Os incêndios são causados ​​principalmente pelas alterações climáticas; anistia constitucional (período); Hoaxes (à direita) são as principais razões da situação atual; Eles tiram a última foto de Lorca antes de ser baleado (sobre o quê?); etc. etc. Em suma, é uma pena o quão baixo o RTVE caiu, e lembro que todos nós pagamos por isso.

Antonio Vime. Valência

Crueldade tolerada

Escrevo-vos, movido por profunda indignação pela hipocrisia que envolve as nossas celebrações. Embora as nossas leis se orgulhem de proteger os animais, as nossas ruas tornam-se periodicamente zonas de guerra devido ao uso de fogos de artifício e pirotecnia barulhenta. Para muitos, barulho é sinônimo de festa; Para os animais, este é o som do pânico. Não estamos falando apenas de “irritantes”. Estamos falando de cães morrendo de ataques cardíacos, de pássaros abandonando seus ninhos em pleno inverno e de animais que fogem em estado de terror cego e acabam atropelados. Como é possível que uma sociedade que se autodenomina desenvolvida permita que o entretenimento de poucos se baseie no sofrimento físico e psicológico de seres vulneráveis? É imperativo que as administrações parem de olhar para o outro lado. Existem alternativas, como pirotecnia silenciosa ou shows de drones e luzes, que permitem que você se divirta sem causar taquicardia, convulsões ou morte por choque. O bem-estar animal não pode ser simplesmente uma medalha que o sistema ostenta quando lhe convém; Deve ser um compromisso real. Se a tradição mata, já não é cultura, é crueldade.

JL Dominguez Pichardo. Madri

Oh, tempora, oh, moral

No início de 2025, pensei ter ouvido o presidente do governo dizer que “cinquenta anos sem Franco” seriam comemorados com 110 iniciativas. Para alguns de nós de certa idade, era uma reminiscência da campanha do regime de Franco pelos “vinte e cinco anos de paz”. Felizmente isso não aconteceu, mas no final de 2025, aqueles de nós que naquela época se perguntavam quanta paz verdadeira havia nesses 25 anos sem guerra, agora, face ao que vimos, devemos perguntar-nos quanta democracia real existe nesta Espanha sem ditadura. Oh tempora, oh moral!

Miguel Garrido. Madri


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