janeiro 10, 2026
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Hamnet

(12A) 125 minutos

★★★★★

Paul Mescal tem uma atuação poderosa como o dramaturgo William ShakespeareCrédito: Alamy Stock Photo
Jessie Buckley interpreta Anne Hathaway, esposa de ShakespeareCrédito: Alamy Stock Photo

ANTES de Hamlet, havia Hamnet.

O único filho de William Shakespeare morreu com a tenra idade de 11 anos e diz-se que sua morte inspirou a famosa peça.

Agora, mais de 400 anos depois, esta é a história daquela tragédia familiar.

Adaptado do romance best-seller de Maggie O'Farrell, explora como William (Paul Mescal) conheceu e se casou com sua esposa Anne Hathaway (Jessie Buckley) e teve três filhos com ela.

O jovem casal se conhece na floresta porque Anne, ou Agnes, como ela se apresenta, tem raízes selvagens.

QUEIMADURA

Crítica do filme Avatar: Fire And Ash: Avatar retorna com um ataque visual aos sentidos

FILME PLANO

Ella McCay parece um filme de TV barato com cenas emocionais que parecem forçadas.

Dizia-se que sua mãe tinha poderes mágicos e podia curar pessoas com seus remédios caseiros da terra.

mulher indomada

Agnes conhece essas poções e passa os dias vagando pela floresta com os cabelos presos e uma ave de rapina no braço.

William está pagando as dívidas de sua família dando aulas particulares aos meio-irmãos de Agnes e descobre a mulher indomável e intrigante.

O casal logo inicia uma apaixonante história de amor.

Eles têm um profundo conhecimento da alma um do outro e se casam, construindo uma vida juntos na casa dos pais de William (Emily Watson e David Wilmot) em Stratford.

Logo, os bebês nascem com uma filha, Susanna, e depois gêmeos, Judith e Hamnet.

A vida é cheia de amor e aventura para a família, mas William está sufocando com a incapacidade de usar seus talentos.

Agnes o convence a ir para Londres, onde deverá escrever para teatro. Sua mudança representa uma mudança para a família que ele conheceu e deixou para trás, e se torna um peso devastador em sua vida.

Este filme extraordinário, dirigido pela vencedora do Oscar Chloe Zhao, é de uma beleza de tirar o fôlego.

Os cenários são tão vivos que você se sente como se tivesse entrado na Inglaterra do século XVI.

Mescal é uma presença poderosa na tela, mas é a atuação de Buckley como a complicada Agnes que é fascinante.

A dor dele penetra na tela em um nível tão cru que você sente tudo.

As cenas entre esses dois grandes talentos fluem e se desenvolvem: seguem seu próprio ritmo.

Este filme comovente mostra que os problemas humanos permanecerão sempre os mesmos: o amor e a perda afetam a todos nós, independentemente da fama ou do status.

NOTÍCIAS DO FILME

  • HUGH JACKMAN estrelará o ultraviolento A Morte de Robin Hood.
  • IAN McKELLEN diz que Gandalf e Frodo se encontrarão em A Caçada a Gollum.
  • Uma SEQUELA de The Housemaid foi confirmada após o sucesso do original.

GIGANTE

(15) 110 minutos

★★★★☆

O príncipe Naseem Hamed, ex-campeão mundial, é interpretado por Amir El-MasryCrédito: True Brit/Sam Taylor. Todos os direitos reservados

SYLVESTER STALLONE produziu este filme sobre o ex-campeão mundial Príncipe Naseem Hamed, mas não espere um imitador de Rocky.

Você não encontrará imagens do peso pena de Sheffield subindo passos ou levantar-se repetidamente do tatame após levar uma surra.

Em vez disso, Giant é sobre a complicada relação entre Naz, cada vez mais obcecado por razzmatazz, e seu treinador comunitário, Brendan Ingle.

Embora Hamed, interpretado por Amir El-Masry quando adulto, tenha se tornado uma sensação global nos anos 90, é Ingle, de Pierce Brosnan, a estrela deste filme tão britânico.

Encontra humor ao destacar o glamour do boxe, com o treinador andando de ônibus e promovendo lutas ao fazer Naz se vestir de xeque e acenar para os fãs do teto solar de um Volvo.

Brosnan é uma revelação como o irlandês sério, provando que ele é muito mais do que sua aparência.

Você pode sentir o quão magoado está Ingle. orgulho É então que Naz começa a acreditar que esta figura paterna é dispensável. Perto do final, o diretor Rowan Athale menospreza Giant com uma façanha barata e desnecessária.

Mas esta é uma grande história que precisava ser contada.

TORNE-SE MADEIRA DA VITÓRIA

(15) 90 minutos

★★☆☆☆

Este documentário de Victoria Wood é inofensivo e tem poucas chances de lotar os cinemasCrédito: Amit Lennon

MESMO quando Victoria Wood conseguiu uma vaga regular no programa de TV de sucesso de Esther Rantzen, That's Life, ela “ainda estava no meu quarto e ainda desempregada”.

Mas o comediante nascido em Bury nunca perdeu a esperança do estrelato e acabou lotando o Royal Albert Hall por um recorde de 15 noites.

Infelizmente, embora este documentário prometa grandes coisas, há poucas chances de ele lotar os cinemas.

Vangloria-se de revelar material inédito, como gravações antigas, cadernos e diários.

Há um clipe de Victoria se apresentando em um concerto universitário em 1973 e citações ocasionais de seus diários.

Mas a maior parte disso foi visto anteriormente em vídeos de entrevistas com a comediante e seus esquetes mais conhecidos.

Há também entrevistas com colegas, como Jasper Carrott e Dawn French, e velhos amigos de escola.

A maioria deles sugere uma história mais interessante, mas a diretora Catherine Abbott prefere jogar pelo seguro.

É uma pena porque Wood abordou temas difíceis com humor e assumiu riscos.

Somente fãs totais deveriam gritar: “Vamos fazer isso, vamos fazer isso hoje à noite” durante este documentário inofensivo.

CONCESSÃO DE ROLAMENTOS

Referência