janeiro 13, 2026
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Milhares de pessoas mobilizaram-se esta segunda-feira na capital iraniana, Teerão, e noutras partes do país asiático para mostre seu apoio ao governo iraniano face aos protestos antigovernamentais contra a crise económica e à deterioração dos padrões de vida.

Simpatizantes governos prestaram homenagem aos membros pessoal de segurança que morreu durante a recente “agitação” no país, num comício realizado esta segunda-feira na Praça da Revolução central, em Teerão, e apoiado pelo Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian.

Durante os comícios, os manifestantes vestiram bandeiras e faixas iranianas a favor do governo, bem como do líder supremoAiatolá Ali Khamenei – entoava slogans contra Israel e os Estados Unidos. As mesmas cenas repetiram-se noutras partes do país, por exemplo nas cidades de Shahrud ou Kerman.

As autoridades iranianas também realizaram um comício na praça central da capital, no qual participou o presidente do Parlamento iraniano, Mohamad Bagher Ghalibaf, ameaçando Trump. ensinando-lhe uma “lição inesquecível” no caso de um segundo ataque, informa a agência Tasnim.

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, garantiu esta segunda-feira que Teerão “não quer a guerra, mas está completamente pronto para ela” e fez uma escolha a favor da “negociações justas” com os Estados Unidos para resolver as diferenças existentes.

A supressão dos protestos antigovernamentais nos últimos dias teria deixou mais de 500 mortosA ONG KHRANA relata isso. O declínio do poder de compra dos cidadãos iranianos está no centro dos protestos, que ocorrem num contexto de sanções mais rigorosas por parte dos EUA, que se juntaram a Israel em mais um ataque ao seu programa nuclear, incluindo explosões semelhantes às de Junho do ano passado. Eles mataram mais de 1.100 pessoas.

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