janeiro 13, 2026
1505155217-U77614083260MCi-1024x512@diario_abc.JPG

O Conselho de Política Fiscal e Financeira desta quarta-feira, no qual a ministra das Finanças, Maria Jesús Montero, apresentará um novo modelo de financiamento territorial aos conselheiros regionais, ameaça evoluir para um novo desentendimento entre as autonomias governadas por PP e intérprete. Fontes de diversas comunidades consultadas pela ABC observam que representantes populares sairá da mesa durante a votação.

A decisão, que será tomada nas próximas horas por consenso entre todas as autonomias e a direção nacional do PP, diz respeito recusa da maioria dos privilégios que representa para a Catalunha um novo modelo de financiamento com o princípio da coerência. O Partido Popular, que há meses alerta contra esta nova concessão ao separatismo, pretende utilizar todas as ferramentas à sua disposição, como os recursos do Tribunal Constitucional, caso Pedro Sánchez receba o apoio necessário para aprovar a lei no Congresso, o que neste momento parece difícil.

Assim, sob a liderança do Departamento de Finanças da Comunidade de Madrid e Génova, são 13 dirigentes que participarão na reunião do Ministério das Finanças Eles repetirão o mesmo jogo de fevereiro de 2025.. Nessa altura, no meio de uma tempestade sobre as negociações bilaterais de perdão da dívida com o ERC, os membros do conselho abandonaram a mesa menos de meia hora após o início de uma reunião classificada como “fraude”.

Os representantes das autonomias garantiram então que a reunião do Conselho de Política Fiscal e Financeira daquele dia foi uma “sessão de branqueamento” do acordo bilateral entre o governo e a ERC, com “uma agenda definida pela Esquerra Republicana”. À saída da reunião, o conselheiro galego Miguel Corgos garantiu veementemente: “Não vamos continuar engolindo“Todos nós nos levantamos e não queremos continuar trabalhando assim.” Sem o apoio do PP ou das Juntas, ainda que por razões completamente diferentes, e com muitas dúvidas sobre o que votará o Compromis ou a Junta Aragonésista, a medida destinada a permitir à ERC manter Sánchez no poder está condenada ao fracasso.

Castela-La Mancha

O representante do Conselho Comunitário de Castela-La Mancha, presidido por Emiliano García-Page, não pretende abandonar a mesa durante a votação. No entanto, segundo fontes do governo regional consultadas pela ABC nesta segunda-feira, Vereador castelhano-manchego votará contra proposta apresentada por Montero e desenvolvida pela ERC, conforme discurso defendido por Page.

Referência