janeiro 14, 2026
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  1. Fatos que motivam o caso contra Vito Quiles
  2. Conselho do Congresso e Procedimento de Sanções
  3. Declarações de Sumar e história recente
  4. Novo marco regulatório e atividade jornalística

Ele Congresso dos Deputados ativou um procedimento para determinar Vito QuilesJornalista do Estado de Alarme deveria estar sujeito a sanções e até perder credenciamento parlamentar.

Segundo apurou a Confidencial Digital, o processo foi lançado após a reunião Conselho Consultivo Parlamentar sobre Assuntos Públicosque constatou possíveis violações do novo Regulamento, embora uma etapa fundamental ainda não tenha sido concluída: a elaboração do parecer do advogado da Câmara.

Esta decisão abrirá o período de cobrança para o prejudicado e o assunto retornará posteriormente ao Conselho para fins informativos. A decisão final será, em qualquer caso, consistente Conselho do Congressoo único órgão com poder para impor sanções.

Fontes do sector jornalístico recordam que os representantes dos meios de comunicação social no Conselho não propõem nem votam sanções. “Identificamos fatos que afetam o trabalho. Não participamos de propostas punitivas. A diretoria toma uma decisão com base na opinião dos advogados”, explicam.

Fatos que motivam o caso contra Vito Quiles

As origens deste procedimento remontam a 20 de Novembro do ano passado, quando Vito Quiles gravou em seu celular o presidente do governo, Pedro Sánchez.dentro do Congresso, sem permissão prévia. As ações foram condenadas Associação dos Jornalistas Parlamentares (APP) acreditando que isso violava o novo quadro regulamentar.

Segundo fontes parlamentares, Quiles poderá gravar o ex-presidente em outra ocasião. José Luis Rodríguez Zapatero durante a ação perante a Câmara, o que poderia levar a um segundo caso se outros eventos sancionáveis ​​​​forem considerados como tendo ocorrido.

Conselho do Congresso e Procedimento de Sanções

A resolução estabelece um processo passo a passo. A turma analisa os fatos, decide pela abertura do processo, o advogado investiga o caso, abre o prazo para apresentação de denúncia e, por fim, toma uma decisão fundamentada. As sanções previstas vão desde uma advertência até suspensão temporária do credenciamentodependendo da gravidade.

O período máximo para permissão é de seis meses a partir da data de início.

Declarações de Sumar e história recente

Além do caso Quiles, o Conselho analisará outras denúncias apresentadas pelo grupo parlamentar. Adicionarbem como um arquivo previamente aberto ao jornalista Bertrand Ndongo. Neste caso, foram relatadas repetidas interrupções durante a coletiva de imprensa, o que é classificado como violação grave.

Novo marco regulatório e atividade jornalística

A reforma do Regulamento, aprovada em julho de 2025, define claramente quem pode fazer uma gravação, onde e em que condições. Somente fotojornalistas e cinegrafistas credenciados estão autorizados a tirar fotografias em áreas permitidas e autorizadas. Os editores não podem escrever “sob nenhuma circunstância”.

Em janeiro Conselho do Congresso começará a aplicar esta estrutura com múltiplos arquivos abertos no contexto do debate sobre limites jornalismo parlamentar e o equilíbrio entre a ordem institucional e o direito à informação.

Referência