janeiro 15, 2026
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Muitos concordarão que um dos motores mais poderosos das emoções é o amor. Mas o que é o amor? Por que tantas pessoas dizem que não sabem como sentir? o amor é um dos conceitos mais profundos e complexos na experiência de um ser humano que pode se manifestar de diferentes maneiras. Porém, uma de suas relações mais comuns é o nível sentimental de casal, união de duas pessoas que compartilham sentimentos, gostos, emoções e iniciam o caminho do cuidado, da responsabilidade, do respeito e do conhecimento um do outro.

No entanto, Os relacionamentos, assim como o amor, também são complicados.e nem sempre acontecem como se poderia esperar, causando até emoções muito profundas e dolorosas. Isso faz com que muitas pessoas se perguntem por que sempre se apaixonam por pessoas que acabam machucando-as.seja por mentiras, infidelidade ou porque acabam não cumprindo metas ou rotinas, fazendo com que um relacionamento idílico se transforme em momentos de tensão onde também há espaço para desprezo ou indiferença. Isso mesmo, Gabriel Rolon, famoso psicanalista e escritor argentino, pensou sobre isso..

“Você não pode se apaixonar por qualquer um”

“Você não se apaixona por qualquer um. Você não se apaixona por qualquer um (…) Mas você também você se apaixona por uma pessoa que tem uma característica que você sempre amou. Porque o amor se aprende, a pessoa não nasce com a capacidade de amar”, reflete o psicanalista em vídeo publicado no TikTok.

O escritor explica ainda que o amor é um processo de aprendizagem, “como tudo o que é humano”. Rolon vê as emoções como mais uma etapa que se aprende durante a infância, observando os sentimentos ao nosso redor. “Você aprende a amar desde cedo, olhando e respondendo à pergunta: Como você ama? Não sei, você ama do jeito que, por exemplo, meu pai e minha mãe se amam.”verificar.

A partir disso, o primeiro contato com o amor sentimental, o amor de casal, segundo a psicanalista, é observar o tipo de amor que pai e mãe, ou mãe e pai, construíram nas diversas relações que podem existir no contexto.

“Como o pai e a mãe desse menino se amam? Meu pai é um pouco indiferente com minha mãe, minha mãe chora porque se sente sozinha, mas eles estão juntos. Bem Talvez eu comece a entender que o amor, a indiferença, a violência, o sofrimento fazem parte do amor. Aprendi a amar assim. E agora, quando procuro em alguém uma característica pela qual preciso me apaixonar, encontro lá”, continua explicando.

“Por que você se apaixona por pessoas que sempre te machucam?”

Assim, as relações com o amor tornam-se, segundo o psicanalista, um reflexo do que aprendemos desde a infância. E poderia responder às perguntas que muitas pessoas podem estar se perguntando neste exato momento: Por que você se apaixona por pessoas que sempre te machucam? “Eu me apaixono por pessoas que vão sofrer aqui, como minha mãe, vou chorar, como ela, vou ficar indiferente, como meu pai. Então vou e escolho o que está impresso em mim como se fosse amor.”explica Rolon.

Você aprendeu a amar assim? O que acontece com a sua autoestima quando você pensa que não merece alguém que te trate bem, alguém que te coloque em uma posição privilegiada, alguém que se preocupe com você? Estes são alguns problemas típicos que surgem neste tipo de pessoas e isso é enfatizado por Gabriel Rolon.

Você não sente que tem a capacidade ou o direito de ocupar o seu lugar de direito.um lugar de prazer, um lugar de sonhos compartilhados. Então, o que há com tudo isso? Cada pessoa carrega dentro de si o impulso de se prejudicar. É por isso que todos nós temos algo que nos machuca. Não sei, quem não fuma come mais, quem não bebe muito, quem não se apaixona por quem lhe faz mal, quem não fica sofrendo nos lugares onde sente dor”, afirma.

Esta reflexão de Rolon é uma boa forma de descobrir uma possível reação ao azar (por assim dizer) no amor. Contudo, é sabido que A aprendizagem, embora marque a infância, não permanece nela paralisada.. Há tempo para continuar a aprender, desenvolver e, com a ajuda necessária, compreender e Encontre uma maneira de mostrar a melhor versão de você mesmo, inclusive no amor.

Referência