janeiro 16, 2026
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Tensão máxima no set Nos lábios de todos. O que começou como um debate político sobre a Venezuela e a figura de Delcy Rodriguez terminou confronto quente e viral entre um jornalista Sarah Santaolalla e deputado do PP de Madrid Eliza Vigília. Motivo: um comentário depreciativo que a maioria do público chamou de sexista.

A polêmica eclodiu depois que surgiu um vídeo da própria Vigil dançando após a prisão de Nicolás Maduro ao som da música “Onde estão os comunistas?” Santaolalla considerou que estas danças eram “comportamentos geek” que não acrescentavam valor ao debate público, e condenou a inconsistência da posição do PP face ao regime venezuelano.

Mas o momento mais tenso veio quando o deputado respondeu:

“Isso me parece uma análise tão simplista que me deixa triste.”

“Bem, como vão suas danças”, respondeu Santaolalla.

Ao que Eliza Vigil disparou:

“Para manter as fotos simples, elas mostram cocos com um recorte como este.”

O cenário explodiu. Principal Nacho Abad Ele tentou mediar sem sucesso, enquanto Santaolalla reagiu com indignação:

– “E essas mulheres machistas? É por causa de mulheres como você que elas nos estupram nas ruas, nos atacam em casa e nos insultam nas redes sociais.”

O autor não parou por aí:

“Podemos vestir-nos como acharmos adequado, de baixo para cima e de baixo, sem ter que aturar o sexismo do funcionário do governo cujo salário pagamos.”

Após o programa, Santaolalla compartilhou um vídeo do momento em suas redes sociais, condenando a agressão verbal que recebeu:

“Acabei de ser alvo de um ataque sexista por parte de um funcionário do governo do Partido Popular na televisão. Ele usou o meu tipo de corpo e a forma como me vestia para me humilhar. Este tipo de ódio contra as mulheres é insuportável.”

O clipe logo se tornou viral e recebeu milhares de visualizações e comentários em defesa de Sarah Santaolalla. Cresce a pressão sobre o Partido Popular na expectativa de uma possível reação oficial às declarações do seu deputado.

A briga na TV que cruzou a tela para gerar debate sobre masculinidade, representação política e liberdade de expressão.

Referência