Embora ambas as equipes tenham se classificado para as oitavas de final, a vitória garantiria a vantagem de jogar em casa nas oitavas de final.
Na temporada passada, o Bordeaux-Begles mostrou o quão importante pode ser.
Eles lideraram o grupo, marcando 40 pontos ou mais em todas as partidas, antes de conquistar o glorioso primeiro título europeu com a vitória sobre o Northampton, em Cardiff, em maio.
Oghre nunca faria parte dessa corrida.
Apesar dos cinco meses de sucesso no Bordeaux-Begles, ele assinou um contrato para retornar à Inglaterra com o Bristol.
“Certamente gostei muito da minha passagem pelo Top 14 e pelo Bordeaux, mas tinha grandes ambições de jogar pela Inglaterra e não se pode fazer isso quando se joga na França”, diz ele.
“Queria voltar e tentar alcançar alguns objetivos pessoais.”
Ele fez isso em julho.
Depois de viajar pela Nova Zelândia e Japão com a Inglaterra em 2024, mas sem conseguir tempo de jogo, Oghre estreou no banco contra os Estados Unidos em uma partida que foi adiada e depois interrompida por trovões.
“Foi uma partida um pouco estranha”, lembra ele. “Eu estava sentado no banco e toda vez que precisávamos entrar eu pensava: 'Esse jogo vai ser cancelado? Serei capaz de entrar em campo?'
“Mas foi um momento muito especial conquistar a minha primeira internacionalização.”
É difícil prever quando outro virá.
A Inglaterra tem uma boa oferta de prostitutas. Mas com Jamie George e Luke Cowan-Dickie, 35 e 32 anos, chegando ao fim de suas carreiras, podem surgir vagas.
Jamie Blamire (28), do Leicester, Theo Dan, dos Saracens (25), e Nathan Jibulu (22), do Sale, juntam-se a Oghre, de 27 anos, entre a geração mais jovem.
A energia de Oghre em meio ao estilo de corrida característico de Bristol, combinada com sua precisão nas bolas paradas, é um forte argumento.