A queda no valor terá resultados mistos para locatários, proprietários e investidores em Victoria, já que o país enfrenta uma escassez nacional de novas propriedades e baixas taxas de vacância.
O que causou a queda nos valores?
Os preços unitários de Melbourne são, em média, mais baratos por semana do que Sydney (US$ 750), Brisbane e Perth (ambos US$ 650), Darwin (US$ 598) e estão no mesmo nível de Canberra. Apenas Hobart e Adelaide têm preços unitários mais baratos: US$ 480 e US$ 525 por semana, respectivamente.
Fonte: Notícias SBS
O chefe de pesquisa e economia do domínio, Nicola Powell, disse à SBS News que a oferta de moradias tem sido maior em Melbourne em comparação com outras cidades.
Melbourne teve a maior taxa de vacância de qualquer capital em dezembro, com 1,6%.
Mais compradores de primeira casa, menos investidores
“Nova Gales do Sul está com 46 por cento. Portanto, você pode ver que há uma grande diferença nas taxas de participação dos investidores.”
“Para que Victoria permaneça competitiva, temos de fazer mais para incentivar o investimento e criar as condições que incentivem a construção de mais habitações.”
Dados nacionais
Seguiram-se Darwin, Canberra e Perth, onde alugar uma casa custava em média 700 dólares por semana.

Fonte: Notícias SBS
O custo do aluguel de uma unidade aumentou de forma generalizada desde dezembro de 2024.
“Temos que lembrar que a Austrália ainda opera num mercado de proprietários, o que significa que as taxas de vacância estão abaixo de 2% em todas as capitais.”
Como as cidades podem ser habitáveis e acessíveis?
Em 2025, Melbourne ficou em quarto lugar entre as cidades mais habitáveis do mundo, seguida por Sydney em sexto lugar e Adelaide em nono.
De acordo com dados do Australian Bureau of Statistics de 2025, Victoria foi responsável por 5.215 novas aprovações de moradias em novembro, de 18.406 relatadas nacionalmente. Nova Gales do Sul seguiu com 4.848, enquanto Queensland ultrapassou 4.558.
Melbourne oferece aulas para outras cidades?
“O que queremos é construir serviços e infraestruturas, mas ao mesmo tempo não expulsar pessoas com o aumento dos preços”, disse.