No dia 10 de dezembro, Maria Corina Machado recebeu (através da filha) o Prêmio Nobel da Paz. Poucas horas depois, o opositor venezuelano conseguiu viajar para a Noruega após complexa operação secreta de resgate.
Agora, Resgate do Touro CinzentoUma empresa especializada nesse tipo de operação em cenários perigosos publicou imagens da intervenção, realizada com total sigilo.
“Eu sou Maria Corina Machado. Estou vivo, seguro e muito grato.“, afirma o opositor venezuelano nas imagens publicadas, que coincidem com a prova de vida apresentada pelo político em alto mar, com boné desportivo.
Já na Noruega, Machado explicou que a viagem não foi isenta de dificuldades: “Sofri porque as ondas estavam muito fortes, ondas acima de dois metros Devido aos fortes ventos, nos perdemos no mar e perdemos o sinal do GPS. O telefone via satélite também não funcionou.
Brian Stern, fundador do grupo de resgate Gray Bull com sede em Tampa, Flórida, disse na época que a encontrou no mar e conseguiu entregá-la para lugar secreto no Caribe onde embarcou num avião para Oslo para receber o Prémio Nobel da Paz e reunir-se com a sua família.
“Foi perigoso. Foi terrível. As condições do mar eram ideais para nós, mas estas não são as águas em que queremos estar: quanto mais altas as ondas, mais difícil é para o radar ver. É assim que funciona”, explicou.
Stern, que negou ter sido contratado por Trump, Ele não quis revelar onde ocorreu o resgate. porque “ainda temos trabalho a fazer na Venezuela e não queremos colocar em risco pessoas, fontes ou métodos”.