Pano a primeira mensagem que enviamos antes de falar, antes de se sentar e, em muitos casos, antes mesmo de dizer olá. “Para mim, o guarda-roupa, seja numa entrevista ou num papel quotidiano, funciona como uma linguagem … um silêncio que pode indicar profissionalismo, consistência, nível de autoconhecimento e respeito ao contexto”, afirma. Sílvia Fozespecialista na área de coaching executivo e criador do método “Jogo da Percepção”. “Não se trata de estar 'bem vestido', trata-se de estar estrategicamente vestido“explica um profissional especializado em branding pessoal e comunicação.
Então, saber escolher o que vestir para uma entrevista pode fazer uma grande diferença. chances de sucesso. Seja uma entrevista formal, informal ou até mesmo virtual, vestir-se adequadamente mostra respeito pela oportunidade e pela empresa, podendo até ser um fator decisivo para conseguir o emprego. “Não é porque as roupas substituem o talento, mas porque determinam como ele é percebido”, diz Foz. “Dois perfis com habilidades semelhantes eles não são percebidos da mesma forma se um projeta segurança, consistência e autoridade através de sua imagem e o outro não. Em processos muito competitivos imagem pode inclinar a balança“.
E aqui é importante esclarecer algo fundamental que o especialista em marca pessoal enfatiza: Não apenas influências no guarda-roupa. “Uma decisão baseia-se num conjunto de sinais emitidos consciente e inconscientemente: linguagem não-verbal, postura, energia, atitude, a forma como entra numa sala, se senta ou fixa o olhar. Segurança e confiança também são importantes, e roupa é outro itemmuito visível em tudo isso.” É aqui que a percepção entra em jogo.
Cores que falam
A cor faz parte deste jogo de percepção: “não é o que você gosta, é o que você gosta”. Que emoção você deseja evocar? e que tipo de leitura você quer que pensem de você”, diz Sylvia Foz. A consultora deixa claro que nesse sentido a colorimetria não é uma questão de estética, mas de psicologia, e por isso destaca alguns tons adequados para estarem presentes na entrevista, por exemplo: azul-transmite confiança, autoridade e calma-; cinza– transmite equilíbrio, profissionalismo e neutralidade; ou verde escuro,-estabilidade, calma e coerência-. Excluindo outros semelhantes vermelho escuro-muito dominante ou agressivo-, absolutamente preto-pode gerar distância ou rigidez-; ou neons, estampas exageradas ou contrastes muito fortes porque podem distrair e desvirtuar a mensagem.
Um terno azul costuma ser a melhor escolha para o guarda-roupa de um homem para uma entrevista formal.
Mude a situação
A atenção aos detalhes será igualmente crucial. Também existem opções no mercado como Marca espanhola Sepiia.que se destaca pela sua componente inovadora e design de vestuário versátil confeccionado com tecidos que Eles não se sujam, não enrugam ou que repelem odores desagradáveis, detalhes que visam facilitar o dia a dia e situações semelhantes.
Pequenos gestos e detalhes isso pode fazer a diferença. “É importante se conhecer bem, saber o seu valor e a sua personalidade para poder se expressar não só verbalmente, mas também visualmente através do seu guarda-roupa ou daquela peça que fala de você”, recomenda Foz, que opta por um relógio elegante, uma bolsa estruturada, abotoaduras discretas ou até mesmo uma escolha consciente de materiais para eles. “A parte deve fortaleça sua individualidade profissional, não ofuscá-la.
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Adaptação ao contexto. O guarda-roupa deve interagir com a indústria, a cultura da empresa e o papel que a pessoa aspira. Não existem fórmulas universais; cada contexto tem seus próprios códigos, padrões de vestimenta e níveis de formalidade, e conhecê-los é um sinal de inteligência profissional.
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Adequação da função. O segredo é se vestir para a posição que você aspira, e não para a que você ocupa atualmente. É aqui que entram em jogo os formatos, tecidos, cores, acessórios e detalhes das roupas. Tudo comunica.
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Cortamos, ajustamos e detalhamos. Roupas bem ajustadas transmitem ordem, prudência e atenção aos detalhes. Os tecidos falam de qualidade, cores e acessórios que destacam a individualidade.
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Conforto consciente. Se você não está se sentindo bem, isso fica evidente. E isso é especialmente perceptível na linguagem não verbal: postura, gestos, movimentos, maneira de sentar ou andar. A sua imagem deve ser uma extensão da sua identidade profissional, da sua marca e da sua marca pessoal.
Entrevista Agora não é hora de experimentar e não finja ser estilos extremos. Enquanto para as mulheres, blazer Pode ser uma roupa estelar combinada com calças largas, saia ou vestido midi; Ele blazer-com ou sem gravata – opção mais indicada para o homem, correspondendo sempre ao contexto e nível de formalidade. A maioria dos especialistas concorda que num ambiente profissional, “menos é mais”. Evitar Roupas muito justas ou largas, amassadas ou desleixadas, excesso de perfume e usar sapatos sempre bem cuidados e limpos será um pequeno gesto que fará a diferença. “Quando a imagem, a linguagem não-verbal, a atitude e a mensagem combinam, as percepções mudam. E quando as percepções mudam, as oportunidades mudam.“, proposta de Foz.