Rafael Jiménez Sampedro (chefe do Boletín de las Cofradías há 25 anos) sempre foi considerado o disco rígido da Semana Santa. E embora seja advogado, seu cérebro, repleto de terabytes, é pura matemática. Isso o ajuda a sugerir, explorar e … escrevendo artigos como o artigo sobre conquistas notáveis num quarto de século, que recolheu todos os dados sobre este fenómeno no século XXI e que lhe valeu o Prémio Fernando Carrasco na edição de 2025. As estatísticas são usadas para tirar conclusões. O século da era Amigo começa com uma intensidade que, com algumas nuances, continua na era Asenjo. Mas só agora, na era de Saiz Meneses, é que se está a tornar exorbitante. Em 2024 e 2025, já no auge da vida do atual arcebispo, serão realizadas 45 e 40 partidas extraordinárias. Da mesma forma, a sociedade atual, com códigos de comunicação diferentes dos do passado, necessita de impactos semelhantes aos produzidos por procissões deste tipo. Tudo está disponível para estudo. Mas as análises muito diferentes dos dados que o Conselho e a Mitra fazem são surpreendentes. Embora o presidente Francisco Vélez seja favorável a uma regulamentação mais rígida da autoridade eclesiástica, isso, segundo o delegado Marcelino Manzano, indica que tudo é um “padrão de grande vitalidade”. Assim, a matemática nos ensina a compreender este mundo, pelo que devemos agradecer ao Boletim e ao seu premiado diretor.
Estatísticas de partida para o ano
Fraternidades que alcançaram sucesso no século 21 de maneiras inusitadas
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