janeiro 18, 2026
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Nem todas as transições levam à democracia. Muitas pessoas passam de uma ditadura para outra ditadura. Foi exactamente o que aconteceu no Irão em 1979. Lá, o Xá Mohamed Reza Pahlavi, um autocrata secular e corrupto protegido pelos Estados Unidos e amigo de Israel, foi substituído pelo Aiatolá Ruhollah Khomeini, outro autocrata, desta vez religioso e inicialmente livre de corrupção, mas inimigo jurado dos Estados Unidos e de Israel. Foi uma transição acidentada e sangrenta, isto é, uma revolução que deu origem a um regime pior do que aquele que foi derrubado. Mas agora o Irão enfrenta uma nova transição na direcção oposta, com dúvidas terríveis sobre se isso conduzirá à guerra civil, a outra ditadura sinistra como as anteriores, ou ao regime pluralista e democrático que os iranianos merecem e desejam.

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