janeiro 19, 2026
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Tribunais

A defesa do cantor apresentou pedido de autorização para intervir no processo pré-julgamento aberto pelo Ministério Público.

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Julio Iglesias nega que o Tribunal Nacional possa investigar a denúncia apresentada por dois de seus ex-funcionários.

A cantora argumenta que o Tribunal Nacional não tem jurisdição porque os supostos crimes poderiam ter ocorrido na República Dominicana.

Iglesias, através do seu advogado, critica a publicidade da denúncia por parte das denunciantes e da organização não governamental Women's Link.

Ele pede para intervir no processo para provar a falsidade das acusações e proteger sua honra das campanhas midiáticas.

O cantor Julio Iglesias negou esta manhã, numa carta dirigida à Procuradoria do Tribunal Nacional, que a denúncia apresentada por dois dos seus ex-funcionários pudesse ser investigada pelo Tribunal Nacional, que “não tem jurisdição”, dado que os alegados crimes de natureza sexual e tráfico de pessoas, que nega, teriam de ser investigados na República Dominicana.

Num comunicado apresentado pelo seu advogado José Antonio Choclan, Iglesias critica duramente a publicidade que as demandantes e a ONG Women's Link fizeram sobre a denúncia e pede para poder intervir no processo pré-julgamento iniciado pela Procuradoria do Tribunal Nacional “para provar a falsidade das acusações e defender a sua honra”. E isto “sem prejuízo de outras ações que ajudam a proteger os meus direitos fundamentais contra abusos, atos criminosos e campanhas agressivas nos meios de comunicação que levam a punições naturais irreparáveis ​​fora do processo”.

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