No domingo passado, um comboio Iryo que viajava de Málaga para Madrid descarrilou perto do município de Adamuz, em Córdoba, colidindo com outro comboio que viajava na via oposta, causando morte 39 pessoas e o desaparecimento de pelo menos mais 30 pessoas.
Assim, esta segunda-feira, todos os meios de comunicação procuraram obter todos os detalhes para manter atualizadas as informações relacionadas com a tragédia. Aqui, Espelho público teve testemunho um de seus editores, resgatado de um acidente.
“Poderia ter sido o meu trem”, disse a jornalista Marina Aguilar, editora do noticiário matinal Antena 3. Eu ia pegar o próximo trem quem esteve envolvido no acidente.
“As pessoas não percebiam a gravidade do problema (…). Estavam preocupadas em chegar ao trabalho, nas próximas horas ou no dia seguinte, ou apenas em chegar em casa e ir para a cama, e, de facto, Tem gente que não veio e nunca mais voltará para casa.. Isto é difícil de aceitar porque estamos habituados aos atrasos da Renfe”, acrescentou Marina Aguilar.
“Não peguei o trem anterior porque Tentei passar mais tempo com minha famíliaum desejo simplesmente porque adoro estar no meu país e não chegar lá primeiro”, notou o editor do programa da Antena 3, que, além disso, afirmou: “Esta noite tive dificuldade em dormir, dormi duas horas no corpo e com pesadelos. Estou com um pouco de medo. Eu nasci de novoem certo sentido.”