janeiro 21, 2026
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O sindicato dos maquinistas Semaf prepara uma greve geral após dois graves acidentes ferroviários em Córdoba e Barcelona.

A Semaf exige responsabilidade criminal de quem garante a segurança da infraestrutura ferroviária e pede melhorias imediatas.

Os serviços ferroviários na Catalunha foram suspensos desde o acidente e a restauração dependerá de avaliações de segurança.

Os incidentes mataram e feriram dezenas de pessoas, incluindo três maquinistas, suscitando duras críticas sobre a deterioração das condições da ferrovia.

No espaço de 48 horas, ocorreram dois acidentes trágicos na rede ferroviária espanhola, matando dezenas de pessoas, incluindo três maquinistas. Por isso O sindicato dos maquinistas Semaf prepara greve geral em todo o setor.

Será chamada a “dar legitimidade e protecção à mobilização dos trabalhadores e utentes para exigir garantias de segurança e fiabilidade da rede”, segundo um comunicado enviado após o acidente do comboio Rodalies em Gelide (Barcelona) e outro em Masaneta (Gerona).

Além da greve, cujas datas não estão especificadas, Vão exigir responsabilidade criminal aos responsáveis ​​por garantir a segurança da infra-estrutura ferroviária.

“A abertura do serviço na Catalunha não se realizará sem garantias suficientes de circulação segura”, afirmam.

Eles pedem para aplicar o mesmo procedimento em toda a rede em situações semelhantes às da Catalunha, devido a condições meteorológicas adversas.

Deve ser lembrado que após um acidente Adif suspendeu o tráfego ferroviário na área de Rodalies devido aos efeitos da tempestade.

Segundo fontes da gestora, o serviço será restabelecido assim que a infra-estrutura for identificada e se confirmar que não existem obstáculos que a tenham atingido.

Por outro lado, a Semafa lembra que os condutores de todas as empresas ferroviárias vão exigir ao RC uma garantia de segurança ao longo do percurso.

“Quando tais garantias não estiverem disponíveis, a operação do comboio será adaptada às reais condições de operação da infraestrutura”, acrescentam.

Sindicalistas dizem que estão ‘devastados’ e considera “inaceitável esta situação de constante desgaste da ferrovia”.

Recorde-se que na noite de 18 de janeiro o comboio Iryo descarrilou e entrou em vias adjacentes no momento em que circulava o comboio Renfe Alvia, o que provocou uma colisão. Como resultado, 42 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas.

Dois dias depois, na noite de 20 de Janeiro, um comboio Rodalies com destino a Manresa descarrilou em Gelida. O motorista morreu e 37 ficaram feridos. O trem bateu em uma parede próxima aos trilhos, que havia caído devido ao mau tempo.

Naquela mesma noite também houve outro acidente em Massana quando uma pedra caiu nos trilhos e se chocou contra o trem, sem quaisquer consequências para os passageiros.

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