A tragédia na ferrovia Adamuz (Córdova) continua a ser o tema principal dos programas informativos e analíticos que compõem o programa televisivo. Assim, espaços como “Programa Ana Rosa” (Telecinco), “En boca de todos” (Cuatro) ou “Espejo Público” (Antena … 3) não poupam esforços para transmitir ao público a última hora do terrível desastre. No entanto, após vários dias de trégua, quando a informação era uma prioridade, já começam a surgir críticas e questionamentos sobre o governo. Um bom exemplo disso foi a intervenção de Nacho Abad, que revelou a razão pela qual o executivo limitou a velocidade do AVE Madrid-Barcelona num troço da estrada; ou Suzanne Grisoapresentador do programa da rede Atresmedia, que fez a pergunta sem hesitar Governo depois do que se viu no acidente entre Irio e Alvia.
“O Espelho Público” estava em seu primeiro horário no ar quando a transmissão matinal da Antena 3 trouxe à mesa as primeiras tensões entre PP e Governo sobre o acidente do trem Adamuz. Uma questão que obrigou os membros da mesa a discutir a transparência na atuação do Poder Executivo.
“A conexão está muito instável… dados Eles existem, e não é isso que o ministro ou o sobrevivente nos dizem… Há quem, mais cedo ou mais tarde, confirme esta história ou destrua-a. E não acho que faça sentido inventar uma história falsa, não importa o quanto você queira que isso o afete”, disse um dos coautores.Espelho públicoque afirmou diante das câmeras do programa que os “dados” existem.
Então, Suzanne Griso irrompeu em cena, deixando um depoimento no qual questionava Governo. “O que não faz sentido é que digam que hoje todas as hipóteses estão em aberto, como foi o caso do apagão, embora isso não seja verdade”, afirmou sem rodeios a apresentadora do Espejo Público, justificando depois a sua afirmação. “Porque se exclui o factor humano, porque se exclui a sabotagem”, afirmou a jornalista matinal da Antena 3, provocando reacção dos seus colaboradores, que tiraram conclusões das palavras do interlocutor.
“Ou seja, tudo hipótese “Eles não estão abertos”, disse um comentarista do “Espelho públicoem frente às câmaras da Antena 3.
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