janeiro 22, 2026
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O Supremo Tribunal Federal (SC) confirmou a condenação prisão permanente sujeito a revisão por um homem que abusou sexualmente e assassinou sua ex-mulher em Almonacid (Toledo) em abril de 2022. Isto é afirmado no veredicto pelo qual o Tribunal Penal rejeita o recurso contra o veredicto de crime de agressão sexual que foi determinado pelo Tribunal Provincial de Toledo após julgamento com júri popular. O homem foi condenado à prisão perpétua pelo homicídio, do qual confessou, segundo a decisão.

O condenado argumentou que não estava provada a fraude exigida pelo crime de agressão sexual, pelo que foi condenado à pena de prisão. nove anos de prisão. Ele alegou que a relação sexual era consensual. Quando confrontados com esta situação, os juízes respondem que a violência sexual “foi provado por evidências circunstanciais” “sem qualquer fundamento razoável que possa justificar a condenação do recorrente, cuja versão não é credível”.

“O resultado alcançado pelo júri apresenta-se como inteiramente coerente com todos os elementos probatórios disponíveis e com a fórmula ilustrativa utilizada na avaliação, superando a hipótese defensiva proposta”, acrescentam. Quanto aos fatos comprovados da sentença do tribunal de Toledo, afirmam que sacrifício desejado separar definitivamente processado, de quem se divorciou e com quem teve três filhos. E queria sair da casa da família, o que não aceitava, agindo “por motivos de domínio ou posse em relação à mulher”.

O tribunal provincial também o privou do poder parental sobre o seu filho menor e compensar dois filhos mais velhos 71.500 euros para cada pessoa e 113.000 euros para menor.

Referência