janeiro 24, 2026
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O que começou como uma aventura improvável transformou-se num projeto de longo prazo. Fábio Belnomeum jovem que conseguiu dirigir de Barcelona para o Japão Fiat Marea que tem mais de 20 anos e que comprou por 900 euros, já está imerso na sua próxima e desafio viral: atravessa o continente americano desde o extremo norte, até Alasca, extremo sul, na Patagônia.duas das fronteiras geográficas mais desafiadoras do planeta. No entanto, a sua viagem é agora mais ambiciosa do que na primeira etapa: 50 mil quilómetros, mais do que o equivalente viagem ao redor do mundo ao longo do equador.

Conforme ele compartilha em suas redes, após o encerramento da viagem para Tóquio, o carro foi enviado de barco através do Pacífico até Vancouver. Da costa canadense ele continuou sua viagem de trem até Toronto, cidade onde Fábio voltou a pegar o volante para iniciar a próxima etapa da viagem e subir a montanha. ponto mais ao norte Alasca, nem mais nem menos que 7.000 quilômetros de Toronto.

Assim, a viagem ao Japão, de quase 30 mil quilômetros, não foi uma façanha improvisada, mas uma viagem de meses atravessando países, fronteiras e climas extremos com carro modestoque já acumulou quase 250.000 quilômetros quando começamos a jornada.

Neste caso, a chave do projecto não foi a rapidez ou o luxo, mas sim demonstrar que as viagens de longa distância nem sempre requerem grandes somas de dinheiro, mas sim tempo, planeamento e habilidade. uma boa dose de paciênciae ao mesmo tempo é capaz de nos encher de aventuras e de explicar façanhas.

O novo desafio, já iniciado, mantém o mesmo espírito. A ideia é viajar pela América de norte a sul, conectando estradas. todos os tipos e áreas onde a logística se torna complexa.

Belnome documenta o processo nas redes sociais, onde é possível acompanhar a viagem. parte integrante do projeto, não como vitrine, mas como diário aberto sobre imprevistos, avarias e encontros com pessoas ao longo do caminho, por exemplo, o aparecimento de ursos.

Além da epopéia, e a julgar pelos comentários, a história está ligada a uma geração cansada de turismo expresso, pouca autenticidade e destinos pré-fabricados onde tudo é esperado. Viaje devagar, corra riscos mecânicos e viver com incerteza torna-se maneira de fazer uma pergunta Como a aventura é entendida hoje? Tal como na viagem anterior, o objectivo deste jovem não é bater recordes, mas virmesmo que já seja tarde e o carro esteja coberto de cicatrizes.

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