Como resultado da tragédia na ferrovia Adamuz (Córdoba), 45 pessoas morreram; Isto minou a confiança dos viajantes nas altas velocidades e afectou a imagem do país como exportador de conhecimentos especializados em infra-estruturas. O ministro dos Transportes, Oscar Puente (Valladolid, 57), recebe o El PAÍS em seu escritório no bairro de Castellana, em Madri, na sexta-feira. A sua preocupação, entre outras emergências, é encontrar um mecanismo para compensar as vítimas sem ter de esperar por um longo julgamento, mas também acaba de tomar conhecimento das conclusões preliminares de uma investigação técnica sobre o incidente. Ele não pensa em renunciar, apesar das suspeitas de que um trilho quebrado seja uma possível causa do descarrilamento do trem Iryo no último domingo. Ao mesmo tempo, aumenta também a pressão sobre o público de Adif, que gere a estrada e está ligado ao seu ministério. “O governo não está discutindo minha renúncia”, diz ele.
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