janeiro 26, 2026
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O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, reuniu-se com o presidente chinês, Xi Jinping, durante uma recente viagem a Pequim.

– Europa Imprensa/Contato/Sean Kilpatrick

MADRI, 26 de janeiro (EUROPE PRESS) –

As autoridades chinesas defenderam esta segunda-feira as suas negociações comerciais com o Canadá, depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter ameaçado este sábado o Canadá com tarifas de 100% se as suas negociações comerciais com a China se revelassem frutuosas, marcando um novo sinal da crise diplomática entre os países vizinhos.

“Estes acordos não se destinam a terceiros. Servem os interesses comuns de ambos os povos e promovem a paz, a estabilidade e a prosperidade mundiais”, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Guo Jiakun, em declarações publicadas pelo jornal estatal Global Times.

O porta-voz disse que Pequim está a construir a sua relação numa base de ganhos recíprocos através da “cooperação em vez do confronto”.

Este sábado, Trump ameaçou o Canadá com tarifas de 100% se as suas negociações comerciais com a China se revelarem frutuosas, um novo sinal da crise diplomática entre os países vizinhos.

Há uma semana, Carney reuniu-se com o presidente chinês, Xi Jinping, durante uma visita oficial ao país asiático, após a qual disse que as relações bilaterais com a China são “mais previsíveis” do que as relações com os Estados Unidos após o regresso de Trump à Casa Branca.

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