Ele estrelou várias capas de “Entrevista” e uma das lendárias “Playboy”. Estibalis Sanz Ela foi um dos rostos mais populares dos anos 90, presença constante na telinha, em programas de TV e em campanhas publicitárias. Ao longo dos anos tem sido … caiu no esquecimento e já há algum tempo que se fala nisso na mídia, desta vez por motivos completamente diferentes e não tão glamorosos. E a questão toda é que a ex-modelo e artista foi aos poucos saindo dos olhos do público e foi diagnosticada com uma doença mental que a acompanharia por toda a vida: “Esquizofrenia paranóica grave com alucinações”.
No início do ano ela deu entrevista à revista 'Na hora certa(Telechinko), conversa sincera cara a cara com Joaquim Pratcom quem compartilhou os detalhes desses anos tão difíceis e como conseguiu vir à tona. Esta segunda-feira regressou ao set da Mediaset para dar mais um passo em frente com um diagnóstico que a marca, mas que tenta não julgar: “Tomo sempre os meus medicamentos, não esqueço nenhum comprimido e tomo à risca, porque é isso que me faz sentir bem”.
Para isso, um estilista foi convidado para o set. Clara Kurel e com o famoso maquiador Alberto, que falou claramente sobre o trabalho que fizeram com Estibalis Sanz, a quem forneceram novo visualrastreie seu cabelo e maquiagem como se ela fosse uma estrela de TV. Uma dessas profissionais lembrou que estava estudando maquiagem “para fazer o que fizemos hoje, para trazer de volta o desejo e o entusiasmo de pessoas como ela, que isso é um renascimento”.
“Quando ouço vozes…”
Estibalis Sanz ficou muito satisfeita com o resultado e ainda afirmou que “tiraram dez anos dos seus ombros”. Joaquim Prat Perguntou-lhe o que restava de Estibalis Sanz e o que restava de Estibalis Sanchez. Ela foi persistente: “Não sobrou nada do primeiro, porque foi há 30 anos. Tenho boas lembranças, mas agora prefiro eu mesma porque estou mais preparada e mais confiante. “Vocês me deram o empurrão que eu precisava e me sinto feliz, feliz”.
Em relação ao seu diagnóstico”,esquizofrenia paranóide grave com alucinações”, compartilhou que continua ouvindo vozes. A última vez, como ela mesma disse, foi no final do ano e no início de 2026. Nessas situações, a decisão é clara: “Meu filho é a melhor coisa que tenho no mundo. Quando as vozes chegam até mim, eu ligo para ele e digo: “Querido, eu tenho vozes”, e ele me diz para imaginar que as vozes são dele, e tudo desaparece automaticamente”.
Estibalis Sanchez Ela insistiu em tomar seus medicamentos “com precisão”. Ele vai ao centro, onde recebe apoio de profissionais, e passa o resto do dia com os pais: “Eu os ajudo e eles me ajudam”. Ela precisa de apoio, como do irmão, que a acompanhou no programa, porque “às vezes fico desorientada”. Ele aproveitou a visita ao set de “At the Right Time” para pedir “para colaborar com você”.