janeiro 27, 2026
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Miguel Angel Revilla sentou-se novamente no set Formigueiro e nada sobreviveu. Por ocasião do seu 83º aniversário e da 34ª visita ao programa, o ex-presidente cantábrico aproveitou para enviar uma mensagem forte sobre a tragédia ferroviária de Adamuz, que deixou 45 mortos e centenas de familiares destroçados.

“Eles não querem homenagens ou posturas políticas. Eles precisam de abraços de verdade”, disse Revilla, referindo-se ao funeral de Estado que o governo adiou porque alguns familiares não puderam comparecer. Com o seu característico fechamento e tom direto, não hesitou em mostrar o seu cansaço com gestos vazios: “Entendo que esteja cansado das explicações dos políticos”.

O Cantábrico contou a sua própria experiência de luto familiar para realçar a escala do sofrimento. E exigiu diretamente sua renúncia: “Oscar Puente é o Ministro dos Transportes. Se houver negligência, ele deveria renunciar. Eles falharam nesta tarefa”. Na sua opinião, o governo não respondeu com a humanidade e eficiência que uma tragédia deste nível exige.

Além do caso específico, Revilla atacou a classe política como um todo: “Há massas de pessoas que não têm mais nada e estão ligadas a cargos. A consistência matou Pedro Sanchez.”

Ele também deu a entender que o primeiro-ministro pode estar procurando uma saída: “Acho que ele está pronto para sair, mas está sob enorme pressão de milhares e milhares de pessoas que não têm outra alternativa”.

Com esta intervenção, Miguel Angel Revilla voltou a ser o centro das atenções mediáticas, expressando a indignação de milhares de cidadãos face a uma tragédia que ainda causa demasiada dor.

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