Em um encontro entre duas das maiores rebatedoras do torneio feminino, Rybakina neutralizou o poder característico de Sabalenka com rebatidas limpas e saques certeiros antes de se aprofundar no set decisivo.
Sabalenka passou 75 semanas no topo do ranking e continua a ser a jogadora dominante no futebol feminino, especialmente em quadras duras, com esta sua sétima final importante consecutiva em superfície.
Mas Rybakina emergiu como a criptonita bielorrussa, tendo vencido sete dos últimos nove jogos em quadra dura.
Depois de aparecer no caminho para uma vitória de retorno impressionante, Sabalenka sentou-se com a toalha sobre a cabeça enquanto contemplava o fato de que outra final havia escapado de suas mãos.
Rybakina, por sua vez, foi capaz de comemorar uma corrida impressionante ao título, tendo também derrotado a número dois do mundo, Iga Swiatek, e a sexta cabeça-de-chave, Jessica Pegula, em seu caminho para a final.
Ela já venceu as últimas dez partidas contra outros jogadores do top 10 e se tornou a primeira jogadora a reivindicar o título ao derrotar três jogadores do top 10 em cada rodada das quartas de final desde Naomi Osaka em 2019.
Rybakina é sem dúvida a melhor jogadora do WTA Tour, com mais vitórias do que qualquer outra desde o final de Wimbledon no ano passado (38) e perdendo apenas uma vez nas últimas 21 partidas.