fevereiro 1, 2026
1003744111742_261193627_1706x960.jpg

Chaves

novo
Criado com IA

As famílias dos presos políticos na Venezuela celebram uma amnistia geral, mas exigem que isso não signifique impunidade para os líderes chavistas responsáveis ​​por crimes contra a humanidade.

Organizações como a Provea e activistas insistem que a amnistia não deve beneficiar aqueles que cometeram graves violações dos direitos humanos.

O artigo 29.º da Constituição venezuelana exclui os crimes contra os direitos humanos de quaisquer benefícios, como indultos ou amnistias, obrigando o Estado a investigar e punir os responsáveis.

A iniciativa de amnistia está a gerar esperança e cautela entre os activistas dos direitos humanos, que enfatizam a necessidade de justiça para as vítimas como base para a reconciliação nacional.

A Venezuela acolheu com alegria o anúncio de uma anistia geral feita há poucas horas pelo presidente interino, mas “com cautela”. Delcy Rodriguez. Os mesmos activistas e defensores dos direitos humanos que durante anos pediram tal medida para iniciar o processo de reconciliação política no país sublinham agora que “não pode haver perdão” para os líderes chavistas que cometeram crimes contra a humanidade.

Aqueles que durante anos fizeram campanha pela libertação de presos políticos, que atualmente são mais de 700, segundo a organização não governamental Foro Penal, insistem que “a amnistia não pode ser uma oportunidade para a impunidade”, como explicou ao El Español. Marino Alvaradoadvogado e membro de uma das organizações mais importantes do país, a Provea.

Não pode haver perdão para aqueles que cometeram graves violações dos direitos humanos ou crimes contra a humanidade”, é a premissa de Alvarado, baseada na Constituição venezuelana, que no seu artigo 29 afirma que o Estado é obrigado a investigar e punir os crimes contra os direitos humanos cometidos pelas suas autoridades, que estão “privadas dos benefícios que a sua impunidade pode acarretar, incluindo indultos e anistias”.

Assim, alegria e cautela em igual medida marcam também o final de Janeiro, que começou para a Venezuela com a captura do seu presidente, agora detido nos Estados Unidos, e terminou com o anúncio de um perdão geral para todos os seus presos políticos.

“Anistia Esta não pode ser uma oportunidade para a impunidade. A reconciliação deve ter uma base fundamental que garanta justiça às vítimas. Temos que ver qual será o conteúdo da lei. Neste momento saudamos esta iniciativa, mas fazemos os alertas necessários”, disse Alvarado.

Novidades na atualização

Estamos trabalhando para ampliar essas informações. Num futuro próximo, os editores do EL ESPAÑOL oferecerão informações atualizadas sobre todos os dados desta notícia.

Para receber as últimas notícias no seu celular, você pode baixar nosso aplicativo de jornal para dispositivos iOS e Android e se inscrever para acessar todo o conteúdo exclusivo, receber nossos boletins informativos e aproveitar a Zona C exclusiva para assinantes.

Referência