Se Bellingham não puder jogar na pausa internacional de março devido a uma lesão, isso poderá ser um golpe esmagador para suas chances de se tornar o onze titular da Inglaterra na estreia da Copa do Mundo, contra a Croácia, em 17 de junho.
Nos últimos doze meses, ele travou uma batalha com Morgan Rogers, do Aston Villa, por uma vaga no sistema 4-2-3-1 de Tuchel.
Mas neste momento seria justo dizer que Rogers, o Jovem Jogador do Ano da Associação de Futebolistas Profissionais da época passada, lidera a corrida com alguma distância.
O jogador de 23 anos foi um dos pilares da seleção inglesa que obteve um sucesso recorde nas eliminatórias para a Copa do Mundo. Marcaram vinte gols e não sofreram nenhum gol em oito jogos.
A tentativa de Rogers de conquistar a pole position a tempo para a Copa do Mundo foi ajudada pela passagem anterior de Bellingham, o que significou que ele perdeu as férias internacionais de setembro e outubro.
Bellingham e Rogers tiveram temporadas contrastantes. Rogers se tornou o talismã e o ponto focal de um time do Villa que busca o futebol na Liga dos Campeões.
Bellingham, por outro lado, foi vaiado por torcedores do Real no Santiago Bernabéu nas últimas semanas e o técnico Xabi Alonso foi demitido este mês.
Uma passagem fora dos gramados é a última coisa que Bellingham precisa em um momento tão crucial da temporada.