O juiz que investiga o caso sob a Parte. Caso Barbate no qual dois guardas civis foram mortos por um barco traficante há dois anos, ordenou o encerramento da investigação e o início do julgamento. … perante um júri popular no caso de dois acusados.
Conforme noticiado pelo Canal Sur, o juiz finalmente exige que dois dos réus sejam colocados no banco dos réus como supostos responsáveis pela morte e ataque aos agentes: o piloto de barco antidrogas admitido Karim El-Bakkali e aquele que foi outro dos detidos, Yassin El-Morabet. Embora haja diferença no nível de criminalidade entre eles: o primeiro, ao chegar ao leme do barco, é acusado de dois possíveis crimes de homicídio consumado, os demais – de tentativa de homicídio – pelos sobreviventes da queda de guardas civis – além de agressão; e o segundo, libertado temporariamente desde julho, está sendo processado por agressão, por considerar comprovado que foi ele quem apontou o laser para o barco em que viajavam os agentes mortos.
3 milhões de fiança como compensação
A questão do envolvimento das outras duas pessoas investigadas será provavelmente resolvida num outro artigo separado sobre contrabando e filiação a uma organização criminosa.
Por outro lado, o juiz fixou a fiança civil de El-Bakkali em 3,3 milhões de euros. Uma quantidade expressa quantitativamente em uma escala. Direito processual penal e isso é estabelecido com a finalidade de respeitar a remuneração futura. Esta segunda-feira foram intimados a comparecer perante o juiz para relatar uma nova diligência processual, mas esta foi suspensa devido às más condições meteorológicas.
Porém, uma das últimas etapas concluídas foi a elaboração de uma perícia sobre como o desastre poderia ter ocorrido. Assim, o juiz queria mais provas da vontade e premeditação ocorridas na referida colisão com o barco GEAS, que transportava mortos e feridos. Este relatório será, sem dúvida, aquele que será avaliado mais detalhadamente durante o julgamento dos arguidos.
Relatório de especialista
De acordo com esta investigação, entre outras coisas, um barco semirrígido pilotado por Karim El-Bakkali colidiu diretamente com o barco em que ambos viajavam. mortoos agentes David Perez e Miguel Angel Gonzalez e o restante de seus colegas. “No momento da colisão, ele seguia direto em direção à embarcação de serviço, sem qualquer manobra evasiva perceptível, mantendo a velocidade de planeio”, afirma o especialista.
Além disso, esta análise cronológica também confirma que antes do impacto, o mesmo RIB realizou “manobras circulares e de aproximação em alta velocidade, sem passar para modo de segurança”. Afirma ainda que após atingi-los, “ele continuou a se mover por inércia e potência, confirmando que a velocidade não havia diminuído anteriormente”. Assim, defende que o padrão de navegação demonstrou “continuidade de comportamento a altas velocidades sem adaptação às condições de visibilidade e às condições adversas do mar, o que teve um papel decisivo na origem da colisão”.