Os manifestantes perderam um desafio legal contra a decisão do governo de Nova Gales do Sul de dar poderes ampliados à polícia durante a visita do presidente israelense Isaac Herzog.
O Grupo de Ação Palestina abriu um caso no Supremo Tribunal estadual no domingo, depois que o governo declarou a visita um “grande evento”.
Isso deu à polícia poderes alargados para gerir a segurança das multidões, manter a separação entre grupos opostos e reduzir o risco de confronto.
Isso também significava que, de acordo com a Lei de Grandes Eventos, as pessoas que não cumprissem as instruções da polícia poderiam enfrentar multas de até US$ 5.500.
Durante uma audiência na segunda-feira, os advogados dos manifestantes questionaram se a legislação estava a ser utilizada para os seus fins adequados, sugerindo que normalmente se aplicava a eventos comerciais.
O Estado de Nova Gales do Sul argumentou que a declaração visava garantir a segurança pública e disse que qualquer impacto nos protestos era secundário e incidental.
O juiz Robertson Wright rejeitou o caso do grupo de protesto, dizendo que as suas conclusões não foram alcançadas de forma fácil ou leviana.
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