Vitaly Janelt (Brentford): Ele obviamente consegue um gol – uma linda cabeçada – mas na verdade achei que ele foi o melhor jogador em campo na vitória por 3 a 2 sobre o Newcastle. Concordo com Jordan Henderson que ele deveria ter sido o melhor em campo, mas jogou bem, manteve a simplicidade, quebrou o jogo e avançou quando necessário. Um meio-campista realmente sólido.
Bruno Fernandes (Manchester United): Que diferença faz um técnico: poder ser livre, chegar na bola, ir aonde quiser e ser criativo. Acho que Michael Carrick recebe muito crédito por isso, mas, novamente, mais um gol dele contra o Spurs, mais uma vitória do United – ele tem que ir.
Rayan (Bournemouth): Ele foi fantástico no empate com o Aston Villa. Temos que olhar para Lucas Digne defensivamente, mas tudo o que ele fez foi avançar com velocidade, força e franqueza. Ele causou problemas o dia todo. Ele é um garoto grande e forte que coloca seu time em campo e derruba o adversário – e Digne não tinha respostas para ele.
Dominik Szoboszlai (Liverpool): Colocamos ele no 10, mesmo jogando como lateral direito, mas quando você faz um gol desses você está no jogo. Cobrança de falta incrível contra o Manchester City com pura técnica cortando a bola e balançando-a da esquerda para a direita, deixando Donnarumma para trás.
Cole Palmer (Chelsea): Sua primeira partida com Liam Rosenior, onde falou sobre como recuperar sua forma física. Ele perde alguns pontos porque jogou contra um time muito ruim do Wolves. Por mais fantástico que seja, um hat-trick, gols, pênaltis, confiança. O mais importante é que ele volte a sorrir – isso é óptimo para o Chelsea e óptimo para a Inglaterra, por isso ele merece isso, tal como Rosenior por lhe ter dado isso.