fevereiro 11, 2026
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“Quando ninguém me vê: não dói mais” é o título do documentário sobre Alejandro Sanz, uma produção que pode ser vista no Movistar Plus+ e que gera grandes expectativas. Nele, o cantor relembra seus últimos anos, momentos momentos delicados quando pensou em deixar a música. Ele também relembrou as situações que surgiram com a imprensa, a mídia, principalmente os paparazzi durante o período em que conheceu Jady Michell, momentos antes e depois do casamento.

El Tiempo Just (Telecinco) já comentou isso diversas vezes. Até um dos fotógrafos mais famosos dos anos 90 e 2000 esteve em um dos programas para falar sobre como era para ele na época em que Alejandro Sanz monopolizava as capas e todas as suas fotografias vendiam rapidamente. Na terça-feira, voltaram a discutir o assunto, já que o compositor continua em destaque porque acaba de dar uma entrevista com Vicky Martin Berrocal. Nele, ele se abriu, e isso deu aos jornalistas a oportunidade de discutir algumas das revelações que fez a um homem e empresária influente.

“Ele fala de relacionamentos como nunca antes, sem problemas e sem medo das consequências”, disse Antonio Rossi. No set estava Alexia Rivas, que se posicionou a respeito do ocorrido após seu último rompimento, relacionamento que acabou e que trouxe muita dor para Alejandro Sanz. Foi assim que ele falou de Candela Márquez. Rivas foi persistente, comentando o que considera uma das chaves para o final desta história, o motivo que acabou por destruir o romance de que ambos se vangloriavam: “Com Candela, ele não se sentia livre. “Eles tinham uma relação bastante tóxica e sei que Candela queria controlar os seus movimentos e todos os movimentos de Alejandro Sanz.”

Tal separação, apesar da dor lógica que o fim do amor acarreta, significaria para o artista “parcialmente libertação, ele se sente livre”. O documentário também chega num momento em que aposta na melhoria da sua imagem e no seu relançamento, que é o que todos os cantores fazem com este tipo de produções”, disse Antonio Rossi. Comparou aos casos de Luis Miguel ou Miguel Bose: “É uma forma de voltar a aproximar-se do público ou de se libertar das coisas”.

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