Os corpos de seis pessoas foram encontrados na tarde desta quarta-feira na entrada de San Pedro, cidade que compartilha geograficamente Culiacán, capital de Sinaloa, com a cidade de Navolato. A descoberta foi confirmada pelas autoridades de segurança pública do estado, que tem sido atormentado por uma onda contínua de violência desde setembro de 2024, após o colapso do cartel de Sinaloa. Os corpos estavam escondidos sob uma lona na traseira de uma caminhonete, que exalava um odor pútrido.
As autoridades disseram ao EL PAÍS que o veículo, um modelo Mitsubishi L200, foi dado como roubado. O caminhão foi abandonado na beira da Rodovia Benito Juárez e ficou parado como se o motorista estivesse prestes a retornar.
A descoberta ocorreu no meio de um dia agitado em Sinaloa. O anúncio ocorreu algumas horas depois que o Ministério de Segurança e Proteção ao Cidadão confirmou a prisão de nove supostos criminosos em El Limoncito, uma comunidade ao norte de Culiacán. A captura foi realizada durante uma operação que começou com uma perseguição entre soldados e um grupo de homens. Eles, segundo a versão oficial, abriram jurisdição sobre os marinheiros que repeliram a agressão matando um civil.
Assim que o confronto se tornou conhecido, tornou-se conhecido o assassinato de um homem em La Palma, Navolato, bem como de outro homem em El Aguaje, Mazatlán. Dois homens morreram devido a ferimentos de bala.
A situação no estado ficou tensa nos últimos dias. Principalmente ao sul de Sinaloa, região onde desapareceram 10 mineiros da empresa canadense Vizla Silver. Os corpos de cinco pessoas foram descobertos em uma cova secreta no município de Concórdia.
resultado tranquilo
A violência volta agora à capital paulista, com corpos amontoados e jogados em uma van roubada. O relatório inicial chegou às 14h. na quarta-feira. No entanto, não se sabe por quanto tempo os corpos ficaram à beira da estrada ou quando foram despejados.
O Conselho Estadual de Segurança Pública disse que esta série de fatos ajuda a compreender um estudo recente sobre as percepções da violência em Culiacán. Em suma, a organização acredita que um “êxodo silencioso” está a chegar à capital.
A pesquisa, intitulada “O que Culiacán pensa”, foi realizada em meados de novembro pelo Conselho Estadual de Segurança Pública. Isto mostra que mais de metade da população considerou mudar ou mudar de bairro devido à insegurança, um indicador do deslocamento causado pelo medo nas cidades. Quase 8 em cada 10 entrevistados foram ou conheciam vítimas de violência.
55,3% dos entrevistados estão pensando em sair de sua área e 3,1% já o fizeram ou planejam fazê-lo. Apenas 41,5% afirmam não ter pensado nisso, segundo pesquisa divulgada quarta-feira.