O prolífico autor de contes obstinadament breus o molt breus, sobre a nem sempre assumida dissimboltura da vida e a letargia moral do minimalismo, permite-nos apreciar que qualsevol Audit no te per força la necessària consistência de la paradoxa – a vegades s'assemblen a sil·logismes raonats fin a l'absurd – Damia Bardera (Viladamat, 1982) será publicada em 2015. Viladelsakprimeiro e único romance · fim do dia.
Ara, ao mesmo tempo, La Segona Perifèria o traz de volta, porque todos aqueles que não pretendem alcançá-lo no momento podem exagerar o mal da ausência dele – ousamos passar da demência cotidiana do narrador e protagonista durante o ano letivo para a pequena cidade de empordanès, onde seus avis materns, ple d'excentricities e simples astúcia bestial para a sobrevivência. Por sua vez, os residentes urbanos adaptam-se à eficácia destrutiva do mecanismo de lei estrangeira que regula o funcionamento da comunidade rural.
Pouco sabemos sobre as circunstâncias que levaram a sua mãe a abandonar Barcelona: sabemos que “era casada com um escritor medíocre e bêbado que queria vender livros à cabassata e que ia passar a vida esticada num quarto de um hospital público – com um frasco de Larios escondido debaixo da coixie – à espera de fetge nou”; No final do romance ficamos a saber que um assistente social assinou um papel em seu nome para chegar ao parágrafo Apte, e ao longo da narrativa vemos que se preocupa com o bem-estar ou com possíveis dificuldades da criança num novo ambiente, sem saber que, fruto da coerção de uma infância superprotegida, caímos na tentação do ensalvatgir-se, como se fosse uma clara vitória da vida sobre as conspirações do no-res ou da angoixa, apesar da negatividade, que o O psicólogo que o observou percebeu seu comportamento severo.
De Viladelsak Também é bom que Bardera construa muros de humor para acomodar o que se chama de sentimentalista, na medida em que o significado da palavra “humor” é mais preciso se levarmos em conta o lado mais suave da crueldade: por exemplo, no dia 28 de dezembro, um menino acorda com o anúncio de que virá visitá-lo. mare, mas quando a emoção da época é troba només l'avi, rient i cridant “Innocentada!”; No dia seguinte, mais tarde, na Plaza del Poble, vejo crianças grandes brincando na cama ortopédica de um menino do grupo, que tenta se esconder pulando uma cerca enquanto passa.
Não há insatisfação que as notas escritas pela personagem principal, as anedotas triviais e o país dos tempos sejam de facto uma coisa indestrutível, e não é perturbador que todas as dobras se misturem com a imaginação especial do narrador e com a vontade de aproveitar a companhia bacana que vai chamar Ruka de boné, e que um dia ele a leva ao Fons d'un Pou, além de ruixi com álcool e venti foc, e que no final das contas isso matou vários Vegas.
Aquele que mais fascina Viladelsak São essas as manchas escuras que o narrador do escampa arreu sente procurando – oi boné explicação: quem ensinou a dizer “eu te amo” ao grito da casa engabiat da velha gata?, o que ele disse de Prudencia Moll, que sempre vai de casa em casa, fumando e conversando sozinha?, o que é essa casa branca que no funeral de l'Amadeu Menjagossos s'asseu na primeira fila e serviu com Missa como acompanhante de dois homens vestidos de preto? E o mais importante: no final, vai para os dois lados ou fica para os dois lados? Graça Viladelsak O fato é que Bardera não explica nada, apenas descreve e conta.
Viladelsak
Damia Bardera
Periferia de La Segona
165 páginas. 18 euros