novembro 30, 2025
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Alguns pensionistas reclamam que o banco os exclui sem prestar atenção neles Para janeladestinado a qualquer coisa a cair nos braços da tecnologia, ganhou destaque há algum tempo e despertou grande simpatia social. Parece que não serviu muito. Amparo Molina fornece novas indicações sobre essa insensibilidade: “Me senti péssimo, como se estivesse atrapalhando”.

“Operação simples” tão simples quanto pagar dele jornada pertencer Imersotornou-se praticamente uma humilhação, privando-o do procedimento por alguns segundos. “Como fiz toda a minha vida”, diz esta mulher com mobilidade reduzida – detalhe que nem sequer menciona agora, já que este problema afecta a todos sem excepção – depois de se dirigir a uma agência na rua Jorge Juan, em Valência.

“Eu obtive tratar o que eu acho injusto E não muito respeitoso; É por isso que pergunto isso Protocolo de Banco socialque se destina a proteger os idosos e aqueles de nós com mais dificuldades”, voltou a repetir, mais de três anos e meio depois de se tornar famosa por aparecer nos meios de comunicação social com outra queixa de “tratamento desumano”.

Queria pagar essas despesas como em outros casos. “Pedi para fazer isso atrás do balcão porque é assim que faço melhor”, lembra ele. Não esperava a resposta: “O funcionário respondeu que só poderia me ajudar se fosse “ajudar outras pessoas de outras áreas”. rejeitado me faz controlar e ele me devolveu o papel sem digitá-lo.

Posteriormente ele apresentou demanda na Administração Municipal Consumo de Bourjassot porque não parecia “justo” e teve um resultado discreto. “Em alguns dias diretor o escritório me ligou desculpar-sepelo que fiquei grato, mas a carta que me enviaram mais tarde não trouxe qualquer solução; “Foi uma carta muito genérica, como se não tivessem realmente lido a minha reclamação”, avalia.

Na verdade, a lei determina, e Amparo mais uma vez ressalta, que a partir de 29 de dezembro de 2023, os bancos não poderão cobrar taxa pelo atendimento de maiores de 65 anos ou pessoas com deficiência no saque de dinheiro no balcão.

Além disso, o denominado Protocolo Estratégico da Banca Social, assinado pelas associações bancárias, estipula claramente que os bancos devem: alargar o horário de funcionamento dos balcões; ajude pessoalmente para quem precisa; e dar prioridade aos idosos ou às pessoas com deficiência.

“Isso é para garantir que ninguém seja excluído ou se sinta maltratado porque são mais antigos ou menos avançados tecnologicamente”, acrescenta o valenciano.

Especialmente quando esta não é a primeira vez. Em 2022, queriam cobrar-lhe dois euros para levantar “o seu próprio dinheiro” porque ela não podia usar o multibanco. “Apareceu na imprensa e aí eu disse que”idosoMas não é um idiota“E hoje continuo dizendo isso: não queremos privilégios, só queremos respeito e sermos tratados com dignidade”, lembra.

O seu caso segue o do seu compatriota valenciano Carlos de Joãoque também ficou famoso na mesma altura, no início de 2023, por denunciar estas indignidades e falta de diligência no sector financeiro, e também recolheu meio milhão de assinaturas através de uma plataforma online para exigir um padrão, o que conseguiu.

Por isso, pede mais uma vez que as medidas do protocolo sejam “realmente” respeitadas: “Que alarguem os horários de atendimento pessoal; para que nos dêem prioridade quando há muita gente; para que possamos visita Com humanidade; e que treinem os funcionários para entender as necessidades dos clientes mais antigos.

E acrescenta uma “mensagem” aos bancos depois das desilusões que viveu em primeira mão. “O que aconteceu comigo mostra que embora coloquem muitas coisas boas no papel, nem sempre elas se concretizam nos escritórios.” Neste paradoxo, Amparo apela a um mínimo razoável. “Só peço que reconheça que tem a obrigação de nos servir bem, e não nos trate como UM inconvenientee que tomaram medidas reais para garantir que todas as pessoas idosas recebam serviço decente, claro e descomplicado”, afirma.

Em suma, a sua análise aborda a humanidade das atividades financeiras que estão a tornar-se cada vez mais automatizadas e sem pessoal voltado para o público. “Gostaria que o meu caso lembrasse ao sector bancário que Não somos números, somos pessoas; e que precisamos de mais paciência, mais atenção e mais empatia”, enfatiza.