janeiro 13, 2026
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A Câmara Municipal de Toledo já enviou o documento inicial do novo plano municipal (POM) ao Conselho Comunitário de Castela-La Mancha para tratamento ambiental, um passo decisivo para desbloquear as regras de planeamento urbano que o autarca Carlos Velázquez considera. necessário” para o desenvolvimento planejado da cidade e abordar o acesso à habitação.

Isto foi confirmado pelo próprio autarca em entrevista à Cadena SER, na qual explicou que a Câmara Municipal cumpriu o calendário adotado para o final de 2025.

Velásquez manifestou confiança em que o Conselho não atrasará a implementação da avaliação ambiental estratégica. e sublinhou que existe um diálogo contínuo entre ambas as administrações. “Entendo que isso não vai se arrastar, mesmo que consigamos antes dos prazos estabelecidos por lei, será muito melhor”, disse, lembrando que O período habitual para esta fase é de três meses.

O autarca insistiu na urgência de actualizar o planeamento da cidade de Toledo, que continua regido pelo plano director aprovado em 1986. “O actual plano director data de 1986, está completamente esgotado há muitos anos”, frisou, sublinhando que esta situação está a limitar a capacidade da cidade de crescer de forma ordenada e satisfazer as necessidades básicas.

Facilitar o acesso à habitação

Nesse sentido, relacionou diretamente o novo POM com um dos principais problemas sociais da capital regional. “É muito importante que procuremos obter este documento o mais rapidamente possível para podermos facilitar o acesso à habitação”, afirmou. dando atenção especial aos jovensum dos grupos mais afetados pela falta de insumos.

Assim que o Conselho emitir uma avaliação ambiental estratégica, A Câmara Municipal vai abrir um processo de participação cidadã com informação pública e prazo para cobrança.. Velázquez explicou que este trabalho será fundamental porque o POM não se limita a um plano, mas é acompanhado por um extenso documento técnico. “Além do plano, há um documento que tem quase 600 páginas”, destacou.

O calendário gerido pela equipa governamental prevê a conclusão da fase de participação e ajustamento durante 2026, com vista a levar o documento à aprovação inicial em 2027. “Até Abril ou Maio de 2027, poderemos aprovar inicialmente este documento”, afirmou o autarca, insistindo que se trata de um processo regulatório normal que não é afectado pelo calendário eleitoral.

Em busca de “consenso sócio-político”

Velázquez defendeu também a necessidade de o novo Plano de Planeamento Municipal ter o maior consenso possível, tanto social como político, para garantir a sua viabilidade.. “Eu farei o meu melhor necessário para alcançar o máximo consenso”, afirmou, reconhecendo a complexidade técnica e política que um documento com tais características acarreta.

Referência