fevereiro 3, 2026
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As reacções aos dados de Janeiro sobre o desemprego de Castela-La Mancha enfatizaram uma melhoria nos níveis de emprego homólogos, embora com estimativas diferentes do impacto da recuperação mensal. Nuria Chust, Vice-Ministra do Emprego, Diálogo Social e Proteção do Trabalho, admitiu que a comunidade não está “esquecendo” o “impacto negativo” deste mês, embora “sustentabilidade” do mercado de trabalho e que este é “o menor índice de desemprego em janeiro dos últimos 18 anos e o maior índice de emprego em janeiro na história da região”, o que também destaca que o desemprego em Castela-La Mancha está caindo “mais intensamente do que no estado como um todo”.

Por seu lado, a CCOO considerou que os números indicam Campanha de inverno 'de grande sucesso' em açãotendo em conta que o mês de Janeiro reflecte os habituais cortes de postos de trabalho associados à referida campanha. O sindicato observou que o volume de comércio foi “recorde” e que “a maior parte dos empregos destruídos eram deles”, acrescentando que 2026 “poderia ser um ano muito bom para o emprego se as medidas laborais forem mantidas e os interesses partidários forem postos de lado”.

O CSIF, embora reconhecendo os “bons dados anuais”, alertou que Desemprego atinge setor femininoque é responsável por mais de 65% das perdas de emprego, com grande destaque para o emprego temporário, que afecta particularmente as mulheres. O sindicato também classificou como “impressionante” o declínio no emprego na área da saúde, “numa altura em que a região está a passar por episódios de colapso hospitalar e o sistema de cuidados de saúde primários é incapaz de satisfazer toda a procura de cuidados”.

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