fevereiro 9, 2026
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A família de um dos 10 mineiros desaparecidos em Sinaloa identificou seus restos mortais. “Hoje acordamos com uma notícia muito triste. Eles não encontraram você como todos queríamos, mas agora descanse em paz”, escreveu Gaby Gonzalez sobre o trabalhador de Zacatecas, Jose Angel Hernandez. Comandos armados capturaram o homem de 37 anos junto com outros nove camaradas em 23 de janeiro, enquanto eles estavam em um acampamento na mineradora canadense Vizsla Silver. A Procuradoria-Geral da República informou na sexta-feira que o corpo encontrado em uma cova em Concórdia, no sul do estado, era de um dos funcionários desaparecidos. No momento da publicação, ainda não foi confirmado que se trata de Jose Angel Hernandez.

Por volta das 7h30 da sexta-feira, 23 de janeiro, o comboio entrou no Camp Clementinas em Concordia, onde Vizla Silver possui uma área de mineração de prata. “A única coisa que o chefe da segurança disse foi que vieram homens armados e os levaram. Não tenho ideia se perguntaram pelo nome, como e por que levaram os que levaram”, explicou ao EL PAÍS a esposa de um dos mineiros. “Não recebemos nenhuma ligação sobre nada. Nenhum pedido de resgate ou qualquer outra coisa.”

Os 10 trabalhadores sequestrados, além de Hernández, incluem Ignacio Salazar Flores, José Manuel Castañeda, Antonio de la O Valdez, Antonio Jimenez, Javier Vargas, Antonio Esparza, Javier Valdez, Saul Ochoa e Miguel Tapia. As autoridades de Sinaloa reconheceram o caso em 28 de janeiro, cinco dias após o sequestro, quando os casos de trabalhadores desaparecidos começaram a se tornar públicos. O caso aprofundou a crise de violência e insegurança que Sinaloa tem sofrido nos últimos anos, assediada pela violência entre duas facções do Cartel de Sinaloa.

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