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No arquivo está o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte.

– OTAN – Arquivo

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BRUXELAS, 7 de janeiro (EUROPE PRESS) –

Esta quarta-feira, a NATO indicou que a segurança dos Estados-membros se baseia na “defesa colectiva” e que este princípio se aplica “em toda a Europa, no Árctico e no Atlântico Norte” depois de os Estados Unidos terem reivindicado a soberania sobre a Gronelândia, citando considerações de “segurança nacional” e por ser uma “localização altamente estratégica”.

Isto foi afirmado à Europa Press por fontes da Aliança Atlântica, que recordaram que o Ártico “tem uma importância estratégica crescente” e que a NATO “tem um interesse claro em manter a segurança e a estabilidade na região”.

“A segurança da NATO baseia-se na defesa colectiva: a segurança de um aliado é inseparável da segurança de todos. Isto aplica-se a toda a Europa, ao Árctico e ao Atlântico Norte”, afirmaram as mesmas fontes.

A Aliança Atlântica lembrou ainda que o recente acordo alcançado em 2025 na Cimeira de Haia, em que os países membros se comprometeram a aumentar os gastos com defesa para 5% do seu PIB – com exceção de Espanha – já implica o reforço da dissuasão e da defesa da NATO, “também no Ártico”.

“A OTAN também está a reforçar o seu foco no Extremo Norte através de uma melhor consciência situacional, formação e exercícios para garantir a prontidão em todas as condições, e os Aliados estão a investir em capacidades aéreas e marítimas essenciais”, concluiu a Aliança no seu comunicado.

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