janeiro 10, 2026
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O treinamento de força promove funções metabólicas importantes e proporciona benefícios à saúde a longo prazo. Ele músculotecido metabolicamente ativo queima mais calorias do que gordura em repouso, acelerando o metabolismo basal e facilitando o controle do peso. Não é mágica, é ciência. E o treinamento de força melhora a sensibilidade à insulina, regula os níveis de glicose e reduz o risco de diabetes e doenças cardíacas.

A pesquisa destaca seu papel na saúde hormonal e na prevenção da osteoporose, estimulando a densidade óssea. Aumenta a força, o equilíbrio e a independência na idade avançada, prevenindo quedas e promovendo um envelhecimento saudável. Fortalece o sistema imunológico, reduz a inflamação e melhora a qualidade de vida geral.

Músculos como sinônimo de saúde e longevidade

Contudo, não é de surpreender que Cada vez mais pessoas estão começando a fazer treinamento de força. em seus assuntos diários. O que antes era associado quase exclusivamente ao fisiculturismo e aos “Gimbros” é hoje considerado uma ferramenta fundamental para a saúde geral. Uma tendência que reflete a mudança cultural: os músculos já não são vistos apenas como estética, mas como sinónimo de saúde e longevidade.

“As mulheres precisam começar a fazer treinamento de força. Levantar pesos reais, não halteres de um quilo e meio, ou seja, para reabilitação, e não para uma pessoa saudável que precisa construir músculos”, afirma Jana Fernandez, especialista na área de fisiologia e longevidade, em entrevista ao podcast Tengo un Plan.

  • Fortalece os ossos e previne a osteoporose, estimulando a densidade óssea, especialmente durante a menopausa.

  • Reduz o risco de lesões estabilizando articulações, tendões e ligamentos e melhorando a mobilidade.

  • Acelera o metabolismo aumentando a massa muscular, promovendo a queima de gordura e o controle de peso.

  • Melhora a saúde mental, reduzindo a ansiedade, o estresse e regulando hormônios como estrogênio e cortisol.

  • Combate o envelhecimento mantendo a força, o equilíbrio e a autonomia a longo prazo.

Durante a conversa, a interlocutora revela o segredo daquela que durante décadas foi considerada a formação “ideal” para mulheres relacionadas com longas aulas de aeróbica ou programas de dança como Zumbaseguido de exercícios com halteres leves e muitas repetições. A evidência científica e a experiência dos profissionais de saúde têm vindo a alterar este paradigma há algum tempo.

A divulgadora e palestrante ressalta que o treinamento de força não é apenas uma questão de estética, mas também uma ferramenta fundamental para a saúde, principalmente após a perimenopausa. “Os hormônios femininos – estrogênio e progesterona – ajudam a manter ossos e músculos saudáveis. Mas quando diminuem, o corpo perde parte de sua capacidade de gerar músculos e regenerar tecido ósseo”, explica durante sua participação no referido espaço.

Fraqueza muscular aumenta risco de fraturas e quedas em mulheres idosas

Esta alteração hormonal, que afirma a especialista, pode começar dez anos antes da menopausa e provoca uma maior tendência para acumular gordura na zona abdominal, bem como perda de firmeza e massa muscular.

A especialista lembra que a fraqueza muscular e a baixa densidade óssea aumentam o risco de fraturas e quedas em mulheres mais velhas. “Quando ocorrem problemas de quadril ou de mobilidade, muitas vezes a causa são anos sem trabalhar a força”, observa ele. Por esse motivo, sugere-se ativar treinamento de força regular ou aulas de resistência progressivaadaptado ao nível de cada pessoa e supervisionado por especialistas qualificados.

A mudança de mentalidades tem sido lenta, mas cada vez mais mulheres estão a perceber que levantar pesos não as torna “grandes” ou masculinas, mas sim fortes, independentes e saudáveis.

Referência