O desempenho foi um sinal claro de que Jones tem o jogo – e a crença – para construir a melhor temporada de sua carreira em 2025.
Chegar ao top 100 do mundo no ano passado foi uma grande recompensa para um jogador que continuou a perseverar apesar de ser prejudicado por uma série de problemas físicos ligados a uma condição genética rara.
Jones nasceu com Displasia Ectodérmica por Ectrodactilia (EEC), o que significa que ela tem três dedos e um polegar em cada mão, três dedos no pé direito e quatro dedos no esquerdo.
Os médicos disseram à jogadora nascida em Yorkshire para esquecer de jogar tênis profissional, mas ela continuou a vencer as adversidades.
Na temporada passada, Jones considerou se aposentar se não atingisse seus objetivos. Em vez disso, ela aproveitou a temporada mais produtiva de sua carreira até o momento.
Jones conquistou o maior título de sua carreira em um evento WTA 125 (o degrau abaixo do tour principal) em julho, depois conquistou uma segunda vitória nesse nível para passar para o top 100.
Em agosto, ela garantiu sua primeira aparição no sorteio principal do Aberto dos Estados Unidos ao avançar em três rodadas de qualificação como a cabeça-de-chave.
Agora Jones está à beira do top 70 mundial pela primeira vez depois de vencer Navarro e subirá ainda mais se vencer a austríaca Sinja Kraus, 108ª classificada, na segunda rodada do ASB Classic.