A Casa Branca afirmou terça-feira que existe a possibilidade de perdão para Ghislaine Maxwell, cúmplice e ex-parceira do pedófilo Jeffrey Epstein. “isso não é uma prioridade” para o presidente americano Donald Trump e lembrou que o pedido da mulher não foi considerado pelo presidente quando foi tornado público pela primeira vez.
“Eu não discuti isso com o presidente ultimamente porque, francamente, não é uma prioridade (para ele). Centra-se nos muitos problemas que o povo americano enfrenta e oferece soluções. É por isso que não falei com ele sobre isso recentemente”, explicou a secretária de imprensa da Casa Branca, Caroline Leavitt, numa conferência de imprensa na terça-feira.
A secretária de imprensa foi questionada sobre a possibilidade de perdão para a própria Maxwell. invocou a Quinta Emenda A Constituição dos EUA (que reconhece o direito contra a autoincriminação) não testemunha perante o Comitê de Supervisão da Câmara que investiga a conspiração do financista que morreu em 2019. O advogado de Maxwell afirmou antecipadamente que seu cliente pronto para testemunhar livremente em troca de um perdão que só Trump pode conceder.
As primeiras exigências de perdão presidencial por parte de Maxwell – que Epstein acreditava ser o mentor do recrutamento, abuso e tráfico de mulheres, muitas delas menores – começaram a surgir em meados de 2025, com a Casa Branca já a dizer que Esta opção não foi considerada..
A administração Trump tem enfrentado uma pressão crescente sobre o caso Epstein, especialmente depois de uma lei aprovada pelo Congresso no final do ano passado (que o republicano inicialmente disse não apoiar) forçou o Departamento de Justiça a publicar toda a documentação relacionados à pesquisa.
Na terça-feira, legisladores republicanos e democratas expressaram preocupação com os nomes dos seis homens que parece censurado nos últimos pacotes de documentos publicados e não excluiu a tomada de medidas para tornar públicas essas identidades caso o Ministério da Justiça não corrija as omissões.
Os democratas apresentaram um projeto de lei no Congresso na terça-feira que atualmente está carece de apoio bipartidário e procura eliminar o prazo de prescrição para crimes de tráfico sexual como os cometidos por Epstein.