Depois que os cientistas estudaram várias pessoas fazendo sexo em um scanner de ressonância magnética, houve uma coisa que os deixou perplexos em relação ao corpo humano: ele lhes forneceu informações úteis.
Um casal decidiu ter intimidade durante uma ressonância magnética, tudo em nome da ciência.
Ida Sabelis e seu namorado Jupp deram aos cientistas informações sobre o que exatamente acontece com o corpo durante o sexo, e há uma coisa que os especialistas não conseguem descobrir. A experiência, que apareceu num artigo de 1999 no British Medical Journal, concluiu que “obter imagens de ressonância magnética dos órgãos genitais masculinos e femininos durante a relação sexual é viável e contribui para a compreensão da anatomia”, mas havia um elemento da experiência que eles não esperavam.
O surpreendente estudo diz: “As imagens obtidas mostraram que durante a relação sexual na 'posição missionária' o pênis tem a forma de um bumerangue e 1/3 do seu comprimento consiste na raiz do pênis. Durante a excitação sexual feminina sem relação sexual, o útero foi elevado e a parede vaginal anterior foi alongada. O tamanho do útero não aumentou durante a excitação sexual.”
Mas embora isso fosse revelador, havia outra coisa que os especialistas não conseguiam descobrir. No total, participaram do experimento oito casais e três mulheres solteiras. Os especialistas descobriram que durante 13 relações sexuais em um aparelho de ressonância magnética, a bexiga da mulher encheu rapidamente.
A razão para isto tem confundido os cientistas, com o especialista em Menko, Victor 'Pek' van Andel, sugerindo que poderia ser “a maneira da evolução forçar as mulheres a urinar depois do sexo” e potencialmente “evitar infecções do trato urinário”. Embora esta teoria não tenha sido confirmada, o especialista disse: “Em cada exame final pudemos ver uma bexiga grande e cheia, embora a maioria das mulheres tenha ido ao banheiro antes de entrar na ressonância magnética”.
Ida disse que sexo na ressonância magnética não era romântico, mas eles não precisavam de Viagra para seguir em frente. Ela falou anteriormente sobre por que fez isso, observando que é uma forte defensora dos direitos das mulheres e estava interessada em expandir a compreensão do corpo feminino na ciência e na medicina. Ida disse que toda a experiência foi um “ato de amor e uma performance”.
Embora a experiência científica tenha sido um sucesso garantido, outras não tiveram a mesma sorte. Uma mulher sofreu ferimentos horríveis depois que um brinquedo sexual que ela deixou dentro dela foi arrastado por seu corpo durante uma ressonância magnética. Diz-se que o jovem de 22 anos inseriu um “plug anal” antes do procedimento, aparentemente acreditando erroneamente que era feito inteiramente de silicone.
Porém, continha metal em seu núcleo e, como resultado, o objeto reagiu perigosamente com a máquina, fazendo com que o brinquedo fosse arrastado do reto em direção ao corpo. Posteriormente, uma imagem circulou online e gerou avisos sobre o uso de objetos de metal durante a digitalização.
Um usuário de mídia social conhecido como DreadPirateZero acessou o X, antigo Twitter, para compartilhar a imagem junto com a legenda: “Nunca use um plug anal em sua consulta de ressonância magnética. Sua postagem afirmava ainda que o brinquedo sexual havia passado pelo corpo da paciente até a cavidade torácica e que a mulher conseguiu sobreviver, mas com “ferimentos graves”.
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