janeiro 13, 2026
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O Celta confirmou que é a terceira melhor equipa do campeonato fora de casa com uma vitória justa sobre o Sevilla, uma equipa com alma mas com baixíssima qualidade e, acima de tudo, força. O pênalti absurdo de Oso aos 86 minutos sobre o Moriba fez o 0 a 1 para Marcos Alonso e deixou o time andaluz muito abalado. Não se pode negar ao Sevilha o seu coração e crença, mas é uma equipa com enormes falhas no ataque. O momento é delicado, a três pontos do rebaixamento e sentimentos terríveis. Depois de perder por 0-3 para o último colocado Levante, o Sevilla voltou a perder sem marcar. Agora são três jogos seguidos onde não viu nenhum gol, com três derrotas seguidas. O Celta aproveitou a chance e destruiu fisicamente o Sevilla na reta final, depois de muito desgaste anterior. A equipe de Claudio Giraldes já disputou seis partidas seguidas sem perder fora de casa, sendo cinco vitórias e um empate um grande feito. Por este motivo, entre outros, visa a Europa depois de chegar ao Betis em sexto lugar em pontos. Uma equipe que joga bem e sabe sofrer no Nervión até encontrar uma oportunidade de vencer o jogo. Ele foi ajudado pelo pênalti absurdo de Oso.

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céltico

Metas 0-1min. 87: Marcos Alonso.

Árbitro José Maria Sanchez Martinez

cartões amarelos Moriba Kuruma (min. 34), Isaac Romero (min. 60), Juanlu Sanchez (min. 75), Giraldes (min. 83), Batista Mendy (min. 85), Oscar Mingueza (min. 89) e Hugo Alvarez (min. 93)

A derrota física do Sevilla merece elogios frente ao Celta, equipe de bom tato que chegou ao Nervión em trajetória ascendente e é muito competitiva fora de casa. A aposta de Almeida foi arriscada: os seus jogadores perseguiram os jogadores do Celta com uma intensidade que nada tinha em comum com a oferecida pelos andaluzes no último jogo frente ao Levante, onde perderam por 0-3. O Celta lutou para superar a forte pressão do Sevilla, que, no entanto, faltou presença no ataque. Isaac voltou ao time titular devido ao desconforto de Alexis e demonstrou ainda mais suas deficiências. Tudo o que o Sevilla tentou de bom foi perdido na liderança devido à falta de presença na área adversária. Com Huanglu na ponta dos pés, os centroavantes nunca encontraram um atacante no primeiro tempo, onde, curiosamente, o afundado Celta teve as melhores chances.

Quando os comandados de Giraldes conseguiram superar a pressão do Sevilha, surgiram duas oportunidades claras de golo. Aos 15 minutos, Odisseu defendeu cruzamento de Brian Zaragoza. Javi Rodriguez ainda não entende como conseguiu finalizar tão mal o passe preciso de Moriba, deixando-o sozinho contra o goleiro grego do Sevilla. O golo surgiu aos 31 minutos e a equipa de Almeida foi salva de uma primeira parte tensa e tensa, com poucas oportunidades ou presença na área. Ao Sevilla pela ineficácia no ataque. No Celta, porque, tendo perdido para o Borja, teve dificuldade em superar a boa pressão dos andaluzes.

Com o tempo, o Sevilla começou a derreter. Não é normal manter tamanha intensidade física sem qualquer possibilidade de atingir o objetivo. Almeida, cada vez mais polêmico, tentou com a saída de Vargas e Alexis. O suíço, seu melhor jogador, lesionou-se novamente. Um sintoma de como as coisas estão ruins para esta equipe, que não conseguiu nem empatar. Na reta final, o Celta foi melhor e sentiu a fragilidade do Sevilla.

Odisseu fez uma defesa impressionante de Moriba, no gol após pênalti de Oso. Aos 88 minutos, Marcos Alonso fez o placar de 0 a 1 com um excelente chute. O Sevilha, sem conseguir agradar ao Celta, cedeu e os galegos comemoraram o quarto jogo consecutivo sem sofrer um único golo. Tudo é muito triste no Sevilla, como comprova a lesão de Vargas. Houve alegria neste Celta, que já havia alcançado o Bétis na luta pela Europa.

“Tínhamos vontade, subjugámos o adversário, mas não chegámos ao topo. No futebol precisamos de marcar, falta-nos eficiência e falta-nos este sector. Esta é a realidade que temos. Os rapazes deram tudo, mas não nos chega”, disse o treinador do Sevilha, Matias Almeida. “Temos que continuar, estamos estudando os nossos adversários, subjugando-os, mas não temos objetivo. Estamos sofrendo, devemos continuar trabalhando e tentar alcançar a tranquilidade. “Analisamos, programamos e aí acontece alguma coisa, como aconteceu com Vargas. Acredito que neste grupo, no trabalho, tudo se decide pela união. Divisão leva ao desastre, vivi isso no River. É um momento difícil”, finalizou o técnico do Sevilla.

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