janeiro 12, 2026
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Presidente da Junta de Castela e Leão. Alfonso Fernández Manueco, Esta segunda-feira voltou a criticar a proposta de novo modelo de financiamento apresentada pelo governo central na semana passada. “Com os serviços públicos de Castela e Leão não pode ser vendido“, garantiu o chefe do governo regional durante a apresentação do novo helicóptero médico do Hospital del Bierzo (Leon).

“Não queremos ninguém vai tirar nossos recursos“, afirmou Manueco, antes de sublinhar que Castela e Leão é, além disso, um dos países que melhor gere os fundos. Na sua opinião, a proposta apresentada pela ministra das Finanças, Maria Jesús Montero, envolve um “jogo” com a educação, a saúde e os serviços públicos da Comunidade.

A este respeito, acrescentou que o território de Castela e Leão representa quase 20 por cento do total em Espanha e 5 por cento da população, pelo que “não pode obter apenas 1,29 por cento dos novos fundos do financiamento regional”, disse ele.

Estas rubricas deveriam ser utilizadas, como indicou, para “pagar” a educação, a saúde e os serviços sociais em todo o território, e não para “pagar”comprar apoio político formações ou pessoas.

“Não permitirei que se brinque com os nossos serviços de saúde, educação e sociais”, concluiu o líder regional sobre a abordagem que faria com que Castela e Leão recebesse outros 271 milhões, o que o executivo da região considerou “inaceitável”. Segundo os seus cálculos, Castela e Leão receberiam “17 vezes menos” recursos do que aqueles que chegariam à Catalunha.

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