No momento em que Ellen Kassel perguntou como descrever a Coluna 8 aos seus amigos no estrangeiro (C8), ficou evidente que a resposta seria abundante. É por isso que os apresentamos em planos curtos e nítidos. Aí vai: “Humor e sagacidade inteligentes” – Garry Thomas de Oatlands; “A sala de espera de Deus para autores e comediantes fracassados” – John Kouvelis de Neutral Bay; “Peculiar, pitoresco, rápido, estranho… e Queenslanders!” – Mary G. Clarke de Mount Gravatt (Queensland); “Um instantâneo diário da vida cívica australiana: pequenos atos de engenhosidade, teimosia, burocracia e poesia acidental, selecionados com uma cara séria e mau-olhado” – Serge Nemaz de Illawong; e “Uma corrida espontânea dentro da cabeça de uma pessoa aleatória enquanto se pergunta por que diabos você está ali, onde deixar suas iniciais e que horas estará de volta amanhã” – Suzanne Saunders de Wadeville.
A aclamação de John Whiteing, de Willoughby, foi ainda mais elogiosa: “A coluna 8 é a do arauto um templo cotidiano de ninharias, onde os leitores competem pela imortalidade passageira e absurda de ver seu pedantismo, capricho ou observação rabugenta perfeitamente cronometrados consagrados no papel de jornal, ganhando – brevemente, gloriosamente e sem qualquer benefício material – a mais alta honra que o jornalismo australiano pode conceder.”
“Eric Scott (C8) pode ter que modificar seu protocolo de consumo de cerveja 'quando a Rainha bebe de uma garrafa', já que a Rainha Camilla me parece uma bebedora rechonchuda de cerveja”, oferece Kerry Kyriacou de Strathfield.
Alguns troféus (C8) são únicos demais para serem entregues ao Donald. Mary Billing, de Allambie Heights, conhece uma: “Meu marido ganhou uma medalha por vencer as 100 jardas borboleta no campeonato do Wimbledon Swimming Club, um recorde que nunca será quebrado, já que foram usadas medidas métricas naquele ano. Trump não vai conseguir.”
“Na minha escola, na década de 1970, se você acertasse 10 postigos em uma partida de críquete, a bola seria montada em um suporte com uma placa indicando os detalhes”, lembra Mark Morgan, de Palmwoods, Queensland. “Depois de tirar 10, deixei a bola com os detalhes escritos em um pedaço de papel na mesa do mestre de críquete. Algum palhaço deve ter dado um 'dez' à folha de papel porque quando recebi a bola montada, a placa dizia que o lançador era 'Mark Moron'.
“Ah, sim, Ann Clydesdale (C8), existe outro tipo de esterco”, diz Wayne Duncombe, de Lilyfield. “Chama-se 'linguagem pollie'. É puro, mas não orgânico.”
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