Chaves
novo
Criado com IA
novo
Criado com IA
Rodriguez manteve um diálogo com o Presidente do Governo espanhol, considerando este gesto do Governo espanhol como um sinal de respeito pela soberania da Venezuela e sublinhando o interesse da sua administração em fortalecer “uma agenda bilateral ampla e benéfica para os povos e governos”.
No seu depoimento, explicou que também conversou com o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e com o Presidente da República da Colômbia, Gustavo Petro, no contexto de um grave conflito. “As agressões criminosas, ilícitas e ilícitas cometidas v. República Bolivariana da Venezuela.”
A Espanha apoia uma transição pacífica, democrática e baseada no diálogo na Venezuela, liderada pelos próprios venezuelanos. Queremos acompanhar o país nesta nova etapa e contribuir para a aproximação de posições.
Foi assim que eu superei isso @delcyrodriguezv E @EdmundoGU.
A América Latina sabe…
-Pedro Sanchez (@sanchezcastejon) 9 de janeiro de 2026
Segundo fontes diplomáticas, durante a conversa, Rodriguez agradeceu “ao presidente Sánchez pela sua disposição em promover uma transição pacífica, dialógica e democrática liderada pelos próprios venezuelanos”. O Presidente confirmou que o apoio de Espanha poderá ser um factor-chave na abertura de espaço para encontros entre os diferentes sectores políticos e sociais do país. Neste sentido, destacou que Caracas deseja manter relações de cooperação baseadas na confiança mútua, no respeito e na cooperação em áreas estratégicas como energia, educação e cultura.
A Presidente venezuelana disse que nas referidas conversas telefónicas relatou com “detalhe” ataques armados no seu território, “resultando na morte de mais de uma centena de civis e soldados, bem como graves violações do direito internacional, incluindo uma violação da imunidade pessoal do Presidente da República constitucional, Nicolás Maduro Moros, e da primeira-dama e primeira combatente, Celia Flores”.
A conversa de Sánchez faz parte de uma rodada de contatos que Pedro Sánchez manteve nos últimos dias com importantes líderes venezuelanos. Esta sexta-feira também falou durante 17 minutos com o líder da oposição Edmundo González Urrutia, a quem reafirmou o apoio de Espanha a uma solução democrática e pacífica para a crise.
Em mensagens publicadas na rede X, Sanchez indicou que A Espanha deseja “acompanhar a Venezuela nesta nova fase e promover uma aproximação de posições”.lembrando que a América Latina “sabe que a Espanha está ao seu lado”. Ressaltou também que esta posição foi confirmada aos presidentes do Brasil, Chile, Colômbia, Guatemala, México e Uruguai.
Da oposição, González sublinhou ao chefe do executivo espanhol a necessidade da libertação completa, verificável e indiscriminada dos presos políticos, ao mesmo tempo que apelou ao fim da perseguição política e ao respeito pela vontade do povo, tal como expressa nas eleições de 28 de julho. Apesar das opiniões divergentes, tanto o governo como a oposição concordaram com Sánchez sobre a urgência de criar um processo que evitasse uma maior deterioração institucional e social.