fevereiro 3, 2026
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PRECISO SABER

  • Monae Hendrickson, criadora de conteúdo de 30 anos, tentou competir em um treino olímpico de handebol da equipe dos EUA poucos dias depois de descobrir o esporte

  • Apesar de ser novata no handebol, ela abordou a seletiva com confiança, concentrando-se no esforço, na mentalidade e na adaptabilidade, e não nos resultados.

  • Mais tarde, ela compartilhou a viagem nas redes sociais, onde se tornou viral

Monae Hendrickson nunca imaginou que pisaria em um campo de treino olímpico, especialmente para um esporte que ela havia descoberto poucos dias antes. Mas depois de ver uma postagem nas redes sociais sobre um teste de handebol da equipe dos EUA perto de sua casa em Los Angeles, a viajante de 30 anos decidiu arriscar.

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“Eu não sabia nada sobre o esporte quando fui para o teste”, Hendrickson disse exclusivamente à PEOPLE. “Assisti a três vídeos no YouTube dos Jogos Olímpicos de 2024 em Paris.”

Segundo ela, a seletiva de handebol pareceu a oportunidade certa, na hora certa. Sempre obcecada pelas Olimpíadas, Hendrickson sabia que suas chances de entrar no time eram mínimas, mas ela tinha um lema: “Se você não tentar, nunca saberá”.

Apesar de ser um novato no esporte, Hendrickson abordou a experiência com uma calma surpreendente.

“Eu realmente não estava nervosa porque não tinha expectativas”, diz ela. “Fui atleta toda a minha vida, por isso, com a confiança de que sabia me adaptar, aproveitei cada momento como ele veio.”

No dia dos testes, não demorou muito para Hendrickson perceber que ela não era a única a se arriscar. Durante o check-in, ficou claro que quase todos que estavam presentes descobriram a seletiva pelo mesmo vídeo – e mostraram-se ansiosos para participar, mesmo sem experiência anterior.

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Para Hendrickson, tratar o teste como uma experiência, em vez de se estressar com o resultado, ajudou-a a manter os pés no chão.

“Depois que você transforma o processo em uma experiência, acho que isso elimina o desafio”, diz ela. “Havia um milhão de razões para não aparecer. Mas aproveitar cada momento como ele veio, sem expectativas, foi a chave.”

A experiência também a lembrou de outra ocasião em que ingressou em um novo esporte de alto nível.

“Comecei a jogar rugby na universidade aos 18 anos”, diz ela. “Portanto, foi muito familiar conhecer um novo esporte coletivo de alto nível.”

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Ao realizar os exercícios, Hendrickson se concentrou no que mais ela poderia controlar além do atletismo. Embora não pudesse prever exatamente o que os treinadores de handebol procuravam, ela sabia como queria aparecer.

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“Minhas habilidades atléticas serão suficientes ou não”, diz ela. “Mas eu sei que tinha controle total sobre o burburinho, a atenção e o entusiasmo.” Ela acrescenta: “Fisicamente, deixo meu corpo dar o melhor de si, ao mesmo tempo que me concentro em como escolhi aparecer mentalmente”.

Perto do final do teste, Hendrickson saiu orgulhoso do que havia dado.

“Não sei o que os treinadores de handebol procuram”, diz ela. “Mas estou orgulhoso do desempenho que tive e, no final, por que não eu?”



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