A líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, quebra o silêncio após a operação dos EUA na Venezuela com uma mensagem na qual garante que chegou a “hora da liberdade” e admite que está pronta para “aceitar o poder”.
Através … Num comunicado publicado nas suas redes sociais, Machado disse que Nicolás Maduro “enfrenta hoje a justiça internacional pelos crimes brutais que cometeu”, observando que a ação dos EUA é uma resposta para fazer cumprir a lei no meio da recusa do regime em aceitar uma solução negociada.
O dirigente sublinhou que o país caminha para uma fase em que a soberania nacional deve prevalecer acima de tudo, sublinhando enfaticamente que “o que era para acontecer está a acontecer” e que o objectivo imediato é a libertação dos presos políticos e a restauração da nação.
Na sua declaração, Machado dirigiu-se diretamente aos militares do país, exigindo que Edmundo Gonzalez fosse reconhecido como o “presidente legítimo da Venezuela” e assumisse imediatamente o papel de comandante-em-chefe das Forças Armadas Nacionais. Apesar da relevância e do impacto das suas palavras neste momento crítico, o paradeiro do líder permanece um mistério.
Venezuelanos, estes são momentos decisivos, saibam que estamos prontos para a grande operação de reconstrução da nossa nação. https://t.co/6NtXOsZAQf
-Edmundo Gonzalez (@EdmundoGU) 3 de janeiro de 2026
A declaração termina com instruções claras aos cidadãos, tanto dentro como fora do país, exortando-os a permanecerem “vigilantes, activos e organizados” para alcançar uma transição democrática. Machado pediu aos venezuelanos que prestem atenção aos canais oficiais para os próximos anúncios, garantindo que estão “prontos para defender o nosso mandato e tomar o poder”. Concluiu o seu discurso com uma mensagem de esperança, declarando que a Venezuela será livre e que o movimento que lidera avançará “de mãos dadas com Deus até ao fim”.
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