fevereiro 13, 2026
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Menos de um ano se passou desde então Juan José Ballesta conseguiu pôr fim a um dos piores momentos da sua vida, foi absolvido e exonerado das acusações de alegada agressão sexual, o que lhe fechou muitas portas no mundo. campo de trabalho, além do que significava emocionalmente.

Mas não só se recuperou, como também está imerso em vários projetos, como o curta-metragem “Zero Dopamina”, em cuja apresentação pudemos conversar com ele. Está também imerso nas filmagens de um novo filme, e também faz o seu próprio catering, que estreou na festa dedicada à apresentação da curta-metragem. A cerimónia, à qual compareceu acompanhado do filho e Veroque foi sua namorada ao longo de sua vida. Não é estranho vê-los juntos, porque embora a separação tenha sido difícil no início, depois sempre mantiveram boas relações, embora durante um ano ele partilhasse a sua vida com outra rapariga com quem acabara de terminar. Apesar de tudo, ele afirma se sentir feliz, calmo e aberto ao amor.

-Como vai você?

-Muito feliz.

-Conte-nos sobre Dopamina Zero.

-Está tudo bem, músico com mal de Parkinson, início precoce… e quero que você veja o resto.

-Vejo que o pessoal dele o apoia muito nesta estreia.

– Sim, é verdade que para este ser um curta todos vieram, mas, claro, são meus amigos para a vida toda, amigos que nunca são suficientes.

-Durante o discurso, ele teve que retratar um tremor típico do mal de Parkinson. Como foi para o ator se colocar no lugar de uma pessoa com essa doença, com respeito e responsabilidade?

-Escolhi um personagem real, o Patrício, e passei dias e dias com ele, considerando a questão da motricidade, do andar, da fala… A verdade é que nos esforçamos muito, fizemos com muita delicadeza e com muito cuidado.

-Essa era uma pessoa que você conhecia?

-Sim, ele é um personagem real, um personagem real. Na verdade, está aqui na noite de estreia. Sim, Patrício Barandaray. Ele é músico e tem doença de Parkinson.

-Ele viu seu desempenho?

-Ele ensaiou comigo dia após dia, de mãos dadas. Fui comer com ele, fiz caminhadas, fui observar os movimentos. Me ajudou muito com minhas habilidades motoras.

– O que significa para você este desafio a nível pessoal e profissional?

-Para mim, o mais importante é que as pessoas que têm doença de Parkinson sejam identificadas. Sabemos que nem todas as doenças de Parkinson são iguais, ninguém é igual. Mas essas pessoas se sentiram identificadas. Patricio é o personagem em que mais confio. Eles ficaram muito felizes.

-Em todos os projetos você aprende alguma coisa. O que você aprendeu com isso?

-Que tipo de doença é essa mesmo? Eu já tinha ouvido falar muito sobre a doença de Parkinson, já tinha visto, mas quando você faz novas associações e conhece pessoas que têm, você começa a ouvir histórias e a entender realmente que problema é esse e como é difícil conviver com ele.

Justificação

-Dizem que o rosto é um reflexo da alma. Ele parece feliz.

-Eu faço. Você sabe, tive uma sequência ruim, mas estou em melhor forma agora.

-Já está fechado e esquecido?

-Tudo está fechado, esquecido e perdoado.

-E feliz que o problema foi resolvido?

-Muito feliz

– Como resultado disso, muitas portas se fecharam, vão abrir novamente?

– Sim, e estou muito feliz com isso. Tenho outro projeto que quero apresentar, esse é o filme “Clãs de Deus”. A vida consiste em altos e baixos. Eu sempre digo isso, faz parte da vida, mas às vezes acerta.

-Está livre?

-Sim, e inteiro.

-Bem, mas até recentemente eu tinha um sócio. O que aconteceu?

-Bem, ninguém me suporta… Ficamos juntos por um ano ou mais, mas ei, isso é tudo. Continuamos amigos e estamos muito, muito felizes…

-Multar?

-Muito bem, muito feliz. Ser solteiro também é bom. E a mãe do meu filho também está aqui, Vero, liguei primeiro para ela que veio.

– Vero sempre teve um relacionamento muito bom, né?

-Sempre.

“Eu não me importaria de interpretar Julio Iglesias. Para mim, qualquer papel é um desafio.”

-Você é muito exigente no amor?

-Não, o que está acontecendo? Se eles tiverem que me aturar. Eu sou louco.

-É difícil aturar ele?

-Não. Estou muito nervoso, mas muito bem. Se você me conhece.

-Ele leva uma vida muito tranquila…

-Muito calmo, muito familiarizado, com a família, com a avó, sempre. E com meus animais.

-Você se sente um pouco como um fazendeiro?

-Ir buscar cogumelos, aspargos, pescar… isso é a melhor coisa do mundo.

– No tapete vermelho dos Prêmios Feroz, alguns atores foram questionados se interpretariam Julio Iglesias. Você faria isso?

-Para mim seria como se fosse outro papel. Por que não? Claro que eu faria isso. Não há problemas. Para mim, qualquer função é um desafio.

– Você de alguma forma conseguiu se identificar com ele?

-Eu realmente não sei. Eu não assisto muita TV.

Referência